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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Comemorações do Bicentenário das Linhas de Torres: Sobral de Monte Agraço

Na edição online de hoje, o jornal Público avança que "as comemorações oficiais do bicentenário das Linhas de Torres, estrutura defensiva constituída por 177 fortes e redutos que impediu as tropas francesas de Napoleão Bonaparte de invadirem Lisboa em 1811, arrancam, na próxima quinta-feira (dia 19), em Sobral de Monte Agraço. As cerimónias, que serão presididas pelo presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, incluem uma sessão evocativa do início da construção das Linhas de Torres, uma conferência sobre a importância desta estrutura defensiva e a apresentação do programa da Plataforma Intermunicipal das Linhas de Torres".

Para mais pormenor sobre o programa de mais um evento evocativo deste importante período histórico, propomos a consulta do sítio electrónico da C. M. do Sobral de Monte Agraço (clique aqui).

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

C.M. Torres Vedras promove "Exposição Guerra Peninsular (1807-1814)"


No âmbito da comemoração do bicentenário das Linhas de Torres Vedras, a Câmara Municipal de Torres Vedras irá inaugurar no próximo dia 11 de Novembro a exposição "Guerra Peninsular 1807-1814", até Novembro de 2010, no Museu Municipal Leonel Trindade, de Terça a Domingo entre as 10-13 horas e as 14-18 horas, com entrada gratuita.

Esta exposição é composta por três núcleos:
  1. Não Passarão! - A importância das Linhas de Torres Vedras para a Defesa de Lisboa (sobre a importância das Linhas de Torres Vedras, desde o conceito, técnica, construção e eficácia, na 3.ª invasão, para impedimento do avanço do exército francês em Portugal);
  2. Invasões Francesas: memórias e relatos (recuperação de algumas memórias e relatos associados às Invasões Francesas e impactos sofridos pelas populações, no âmbito nacional e local);
  3. De Ciudad Rodrigo a Torres Vedras: uma viagem pelas gravuras da época (enfatiza a estreita relação entre Ciudad Rodrigo e Torres Vedras durante a 3ª invasão, unidas pela passagem das tropas francesas. Apresenta uma série de gravuras que espelham os acontecimentos desencadeados pelo conflito Peninsular).
Esta iniciativa insere-se num programa mais amplo, de comemoração da efeméride referida, que se estenderá igualmente durante um ano e, entre outros, contemplará a realização de recriações históricas, conferências, actividades ao ar livre e uma feira (para maior detalhe carregue aqui, de modo a consultar programa oficial), com o objectivo de compreender e divulgar de forma adequada e devida este período da nossa história.

Fica a sugestão...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Olhar As Linhas de Torres

Esteve patente em Alhandra a exposição itinerante que nos informa sobre o que está previsto realizar no Concelho de Vila Franca de Xira e noutros onde existem vestígios de redutos, fortes, fortins e outros testemunhos da época das Invasões Francesas, vulgarmente designada de Guerra Peninsular, cujas comemorações do bicentenário decorrem desde 2007.

Na verdade, no caso particular do nosso concelho, que subscreveu a Plataforma Intermunicipal de recuperação das linhas de Torres é com significativa apreensão que constatamos o muito pouco relevo que o município de Vila Franca de Xira tem dedicado a este importante período da nossa história apesar das posições públicas em que muito se diz mas pouco se faz.

Vamos aos factos: no Forte da Casa iniciaram-se as escavações do Forte nº38,estando as mesmas interrompidas vai para um ano, com a agravante de estar danificada a vedação que protegia as mesmas à diversos meses.

A exposição itinerante que esteve em Alhandra já deveria ter passado por esta vila em Março/Abril de 2008. Para além de duas sessões sobre Património relacionado com as linhas de Torres em Alverca, por iniciativa da Câmara nada mais foi feito em termos de divulgação.

No boletim distribuído aos munícipes trimestralmente, não existe qualquer abordagem a esta matéria. Assim sendo, o conhecimento por parte dos nossos concidadãos acerca desta questão está seriamente comprometida.

No que diz respeito á exposição propriamente dita, a forma como a mesma é apresentada carece de uma mais adequada apresentação dos projectos a desenvolver, dado que a concentração de informação num espaço tão reduzido como é o de um contentor a mesma deverá poder ser consultada de forma bem visível o que no caso presente não acontece porque os textos a que me refiro estão demasiado juntos não permitindo uma visualização adequada no caso de haver uma concentração elevada de visitantes.

Por outro lado estando o contentor aberto dos dois lados o que naturalmente se justifica para uma melhor circulação das pessoas deveria ser indicado exteriormente o início de visualização da informação.

Em suma esta exposição é uma versão minimalista deste importante período da nossa história que mereceria outro tipo de tratamento. As imagens apresentadas nos diversos textos apresentados deveriam ser mais apelativos no sentido de reter a curiosidade do visitante e permitir fazer uma adequada ligação entre o que vê e o que lê.

Enquanto membro dos órgãos sociais da Associação Cívica “Os Amigos do Forte” considero pelo já se depreende do que atrás é dito, que se fica muito aquém do que seria expectável em termos de mobilização dos nossos concidadãos para os sensibilizar à volta da defesa e preservação deste importante património.

Eduardo Vicente

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Comentário à Recriação Histórica: Mafra - 21/06/2009


Tal como anunciado neste espaço, no passado dia 21 de Junho, realizou-se no Palácio Nacional de Mafra uma recriação histórica da sua ocupação, aquando da 1.ª Invasão Francesa por parte do exército liderado pelo General Junot (Recriação Histórica - "O exército napoleónico em Mafra. Um convento ocupado (1808)).

Uma iniciativa que contou com largas centenas (senão alguns milhares) de pessoas entusiasmadas e animadas, entre elas alguns elementos da nossa associação, o que vem provar e corroborar o interesse dos cidadãos por este período da história portuguesa e europeia - agora intensamente revisitada pela oportunidade de comemoração dos 200 anos das invasões francesas -, e também da sua importância para o turismo e consequentes benefícios para actividade do comércio local.

A visita contava com 19 "quadros" que tinham o intuito de recriar o ambiente e principais factos vividos pelas partes, entre elas a revolta do povo face às exigências e malvadez dos invasores, o quotidiano (alterado) dos frades, o treino e recrutamento dos militares franceses, o convívio e saque das populações, bem como a condenação dos revoltosos portugueses e, por fim, uma cena que procurava retratar a vida dos nobres locais e ocupantes franceses que fixaram sede neste emblemático monumento.

De notar que esta iniciativa, para além do enquadramento teatral, contou com a participação dos habitantes do concelho de Mafra que vestiram o papel de figurantes em número que rondou os 100 elementos (mostra bem o envolvimento das pessoas neste tipo de eventos).

Esperamos que outros concelhos, integrados na "Plataforma Intermunicipal Para As Linhas de Torres", intensifiquem também actividade nesta área (os de Torres Vedras e Arruda já o fizeram). O nosso concelho, pelo menos para já, apenas promoveu a circulação de um contentor itinerante com alguma informação sobre a matéria.

Deixamos aqui algumas imagens...


quarta-feira, 17 de junho de 2009

Olhar As Linhas de Torres


Exposição Itinerante
Até 30 de Junho
Zona Ribeirinha de Alhandra (Junto à Casa – Museu Dr. Sousa Martins)
Integrada no programa de comemorações do Bicentenário das Linhas de Torres

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Recriação Histórica - “O Exército Napoleónico em Mafra. Um Convento Ocupado (1808)”

Na senda de outras iniciativas de grande qualidade, a Câmara Municipal Mafra (que integra a "Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres") organiza mais uma Recriação Histórica no próximo dia 21 de Junho, entre as 14:00 e as 16.30, no Palácio Nacional de Mafra, com entrada gratuita para o público em geral, sobre a presença do exército napoleónico por essas terras, bem como a ocupação do convento existente naquela época por estes invasores.

"Serão recriados episódios desta ocupação com o povo de Mafra, os frades que ocupavam o convento e o exército francês. Mais de cem participantes (actores e voluntários) irão constituir 19 cenas.

Entre 8 de Dezembro de 1807 e Agosto de 1808, Mafra transformou-se no Quartel-general da 2.ª Divisão do Exército Napoleónico, sob a liderança de Henri-Louis Loison, também conhecido como “o maneta”. Foi o único momento da história centenária do Monumento de Mafra em que a bandeira portuguesa foi trocada pela francesa" (informação constante no sítio electrónico http://www.cm-mafra.pt/cultura/noticia.asp?noticia=1245).

Aconselhamos vivamente a presença de todos.

Aproveitamos a oportunidade para destacar e saudar o papel deste município na organização de eventos destinados a este tema (quer em número, como em qualidade), que não tem encontrado eco ao nível dos restantes municípios.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

VISITAS GUIADAS ao Circuito da Enxara (Mafra)

Sob o lema “COMUNICAR EM TEMPO DE GUERRA (1810), O TELÉGRAFO DA SERRA DO SOCORRO”, a Câmara Municipal de Mafra, convida o público a efectuar uma visita guiada à Serra do Socorro.

O Circuito da Enxara encontra-se integrado na Rota Histórica das Linhas de Torres: iniciativa de âmbito intermunicipal, que visa investigar, valorizar e divulgar o património histórico das Linhas de Torres.

São disponibilizadas visitas guiadas as vários elementos que integram o referido circuito:

- Serra do Socorro – Observatório de paisagem; buraco de poste musealizado; Centro Interpretativo dedicado à temática das Linhas de Torres; e Telégrafo (este será apenas montado, caso as condições meteorológicas o permitam);

- Fortes – Visita ao Forte Grande (28) e Forte Pequeno. Os redutos 28 e 29 encontram-se situados ente a 1.ª e 2.ª Linhas, tendo como objectivo estratégico central a defesa da estrada Torres – Montachique, como apoio ao Quartel-General de Wellington em Pêro Negro.

A entrada é livre, mediante marcação prévia através do telef.: 261 819 711; e-mail: arqueologia@cm-mafra.pt; ou da seguinte ficha de inscrição: http://www.cm-mafra.pt/cultura/formvisitas_insc.asp

terça-feira, 11 de novembro de 2008

“Rota Histórica das Linhas de Torres” - Inauguração do Circuito da Enxara

No próximo dia 22 de Novembro, assinala-se a abertura ao público do primeiro circuito (da Enxara) de visita no âmbito da “Rota Histórica das Linhas de Torres”, integrando três locais na freguesia da Enxara do Bispo. Participe nas visitas guiadas gratuitas, organizadas pela Câmara Municipal de Mafra.

Local de concentração dos participantes
Serra do Socorro (ligação gratuita em autocarro, ida e volta, aos Fortes da Enxara)

Horários do início das visitas
11H45; 14H30; 15H00; 15H30


«Nos inícios do século XIX, toda a Europa está em guerra… Em Portugal, na sequência da segunda campanha de invasões napoleónicas, o duque de Wellington tece uma estratégia defensiva que previa a construção de três linhas de redutos, armados de peças de artilharia, reforçando os obstáculos naturais entre o Tejo e o Oceano Atlântico. O trabalho decorreu em segredo absoluto: sob o comando inglês, milhares e milhares de camponeses portugueses trabalharam na construção de 152 fortes. O empreendimento resultou na derrota francesa.

Passados dois séculos, restam os vestígios materiais destes confrontos, dispersos pelos Municípios de Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira.

Os referidos municípios encontram-se agregados na Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres que promove o projecto “Rota Histórica das Linhas de Torres”, financiado pela Islândia, Liechtenstein e Noruega, através do Mecanismo Financeiro do Espaço Europeu. Este projecto inclui não só a recuperação de cerca de três dezenas de redutos, como também a realização de acções de divulgação e animação, estruturando uma rota turístico-cultural.

Com a abertura do Circuito da Enxara, disponibilizam-se à fruição do público os primeiros locais de visita, nomeadamente:

Serra do Socorro (Povoado pré-histórico, Ermida Manuelina, Estação de Sinais da 3.ª Invasão Francesa) - No espaço onde foi implantado o posto central de comunicações do exército anglo-luso, permitindo a transmissão de mensagens com grande rapidez ao longo das linhas, pode visitar o provável local onde se encontrava o telégrafo, observar a sua réplica e ainda visitar o Centro de Interpretação (para saber mais sobre a história milenar da Serra do Socorro e os sistemas de comunicação utilizados durante as Invasões Francesas).

Fortes da Enxara (obras 28 e 29) - Nestes redutos situados entre a Enxara do Bispo e a Enxara dos Cavaleiros, tendo como objectivo estratégico a defesa da estrada Torres Vedras – Montachique, apoiando o Quartel-general de Lord Wellington (Pêro Negro), pode observar a tipologia arquitectónica e compreender o sistema defensivo».

Nota: a informação aqui disponibilizada foi colhida no sítio electrónico da Câmara Municipal de Mafra (http://www.cm-mafra.pt/cultura/noticia.asp?noticia=1126).

Seminário Internacional sobre a Importância das Linhas de Torres na Europa


Informam-se todos associados e demais interessados que se realiza no Auditório Municipal de Arruda dos Vinhos, nos dias 20 a 22 de Novembro, o «Seminário Internacional sobre a Importância das Linhas de Torres na Europa».

Este seminário está aberto ao público em geral, mediante inscrição, podendo obter mais informações em: www.cm-arruda.pt/seminariolinhastorres.