terça-feira, 11 de novembro de 2008
Seminário Internacional sobre a Importância das Linhas de Torres na Europa

Informam-se todos associados e demais interessados que se realiza no Auditório Municipal de Arruda dos Vinhos, nos dias 20 a 22 de Novembro, o «Seminário Internacional sobre a Importância das Linhas de Torres na Europa».
Este seminário está aberto ao público em geral, mediante inscrição, podendo obter mais informações em: www.cm-arruda.pt/seminariolinhastorres.
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Linhas Defensivas de Torres
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Cidadania Activa
Enquanto cidadãos temos o direito e dever de participar activamente na vida pública das comunidades onde nos inserimos. Esse dever não se esgota com a ida às urnas, não se resume, ou pelo menos não se deve resumir à mera eleição de órgãos representativos, nem tão pouco a actividades do aparelho partidário.
Por outras palavras, o cidadão não deve perder-se confortavelmente nos sofás da ataraxia, à espera que durante os curtos períodos duração dos mandatos os eleitos legislativos, autárquicos ou regionais resolvam, como por magia, os problemas que nos assolam, e que estruturem o nosso futuro de forma autónoma. Pede-se antes uma atitude pró-activa, quer esta seja ou não solicitada/desejada.
Em suma, o que se pretende é que os eleitos públicos governem com e para as pessoas.
Paralelamente, não devemos esperar pelas eleições subsequentes para “julgar” o desempenho daqueles que nos governam, e que por vezes até elegemos, num sistema óptimo deve haver um fluxo contínuo e recíproco entre os eleitos e representados. Os primeiros deverão actuar de forma clara, transparente e aberta, enquanto que os segundos deverão ser chamados a pronunciar-se sobre as decisões estruturantes, aquelas que afectem significativamente a comunidade, nomeadamente com recurso a instrumentos como o referendo, discussões públicas, fóruns de discussão, audição permanente das diversas associações cívicas e dos problemas e opiniões do cidadão.
É neste âmbito que nascem os «Amigos do Forte». Na sua missão podemos identificar o claro intuito de preservação e respeito pelo passado/identidade, e de projecção conjugada no presente na certeza de garantir um futuro melhor, com mais e melhor qualidade de vida e bem-estar.
A fechar, num momento em que a cidadania activa parece despertar entre nós, este espaço livre de barreiras físicas ou burocráticas intransponíveis, de promoção de uma participação atenta, informada e tempestiva é o corolário do caminho trilhado, do espírito que está na génese deste movimento/associação, corresponde aos anseios e é, mais profundamente, uma homenagem a quem o/a idealizou.
Enquanto cidadãos temos o direito e dever de participar activamente na vida pública das comunidades onde nos inserimos. Esse dever não se esgota com a ida às urnas, não se resume, ou pelo menos não se deve resumir à mera eleição de órgãos representativos, nem tão pouco a actividades do aparelho partidário.
Por outras palavras, o cidadão não deve perder-se confortavelmente nos sofás da ataraxia, à espera que durante os curtos períodos duração dos mandatos os eleitos legislativos, autárquicos ou regionais resolvam, como por magia, os problemas que nos assolam, e que estruturem o nosso futuro de forma autónoma. Pede-se antes uma atitude pró-activa, quer esta seja ou não solicitada/desejada.
Em suma, o que se pretende é que os eleitos públicos governem com e para as pessoas.
Paralelamente, não devemos esperar pelas eleições subsequentes para “julgar” o desempenho daqueles que nos governam, e que por vezes até elegemos, num sistema óptimo deve haver um fluxo contínuo e recíproco entre os eleitos e representados. Os primeiros deverão actuar de forma clara, transparente e aberta, enquanto que os segundos deverão ser chamados a pronunciar-se sobre as decisões estruturantes, aquelas que afectem significativamente a comunidade, nomeadamente com recurso a instrumentos como o referendo, discussões públicas, fóruns de discussão, audição permanente das diversas associações cívicas e dos problemas e opiniões do cidadão.
É neste âmbito que nascem os «Amigos do Forte». Na sua missão podemos identificar o claro intuito de preservação e respeito pelo passado/identidade, e de projecção conjugada no presente na certeza de garantir um futuro melhor, com mais e melhor qualidade de vida e bem-estar.
A fechar, num momento em que a cidadania activa parece despertar entre nós, este espaço livre de barreiras físicas ou burocráticas intransponíveis, de promoção de uma participação atenta, informada e tempestiva é o corolário do caminho trilhado, do espírito que está na génese deste movimento/associação, corresponde aos anseios e é, mais profundamente, uma homenagem a quem o/a idealizou.
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Opinião
domingo, 8 de junho de 2008
Bem Vindos
Fruto das preocupações relacionadas com a preservação e recuperação do património histórico e cultural existente na vila do forte da Casa bem como da necessidade de assumir uma atenção particular às questões ambientais e da qualidade de vida da população através da intervenção cívica quer em eventos públicos quer em reuniões publicas autárquicas, um conjunto de cidadãos entendeu por bem levar por diante aquele objectivo através da constituição da Associação Cívica "Os Amigos do Forte", fundada em 17 de Janeiro de 2004.
Houve no entanto um período anterior a esta data, desde o ano 2000, em que se desenvolveu todo um trabalho preparatório que proporcionou tal concretização.
Assim a promoção do direito da cidadania, que proporciona a intervenção e influência dos cidadãos na decisão dos órgãos do poder politico, que a todos diz respeito, constitui uma premissa que está na base da nossa constituição, independente em relação a partidos políticos e órgãos do poder.
Com efeito a premissa de independência em relação às instituições referidas, constituem o mote para que a associação seja um espaço aberto ao debate democrático, dos diversos pontos de vista sobre as questões à volta das quais nos debrucemos.
Só através do exercício de uma cidadania activa a sociedade pode perseguir a procura das soluções, que melhor respondam aos anseios dos cidadãos.
Os sócios fundadores desejam que este espaço contribua para esse desígnio.
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