quarta-feira, 1 de julho de 2009

Relato do Passeio Pedestre (20/06/2009)


Na senda de outras iniciativas do género, pouco passava das 9 horas e 30 minutos do passado dia 20 de Junho de 2009, quando um conjunto de amigos, concentrados no Largo do Forte, partiu em direcção aos fortes da vila, num passeio organizado pela associação "Os Amigos do Forte", sob o lema "valorize a sua saúde e venha conhecer o património". Um passeio destinado a percorrer um dos circuitos identificados na proposta de criação de circuitos pedonais e cicláveis apresentada na última reunião pública de Câmara Municipal (no dia 17/06/2009).

Num dia limpo e de intenso calor (convidativo a incursões balneares) o grupo encaminhou-se de forma determinada e alegre em direcção à Verdelha, passando pela escola secundária, traseiras da Rua António Gedeão. Aí chegados, foi feita uma inflexão em direcção aos redutos situados no topo da vila (por esta ordem: n.º 36 - forte da quintela grande; n.º 35 - forte da quintela pequena; n.º 39 - reduto do reentrante; n.º 126 - forte do cabo), onde apesar do abandono, os presentes puderam constatar e mais uma vez rejubilar pelo belo enquadramento paisagístico e ambiental em que se encontram estes pedaços de história (com cerca de 200 anos).
Após este ponto alto, chegou a altura de descer pela zona da Terra da Pastoria e no Parque de Merendas Salgueiro Maia cortar pelas traseiras da igreja e depois sempre em paralelo (nas traseiras) à Rua da República atingir novamente a escola secundária.

Um percurso com aproximadamente 6 Km's, percorrido em 2 horas, serviu para colocar a forma física em dia, contribuir para uma vida mais saudável e ao mesmo tempo constatar que é possível, interessante e importante apostar na preservação dos elementos histórico-patrimoniais ainda existentes na vila, entre outros motivos aqui apresentados e defendidos pela nossa associação, pela sua proximidade do contexto urbano e facilidade de acesso que podem contribuir para a rentabilização do investimento de preservação.

A repetir...

Agora noutro contexto... até porque "Os Amigos do Forte" propõem, dentro de uma lógica de rede, a criação de mais dois circuitos...

... o Rio Tejo espera por nós...

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Proposta de Criação de Circuitos: pedonais e cicláveis

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Os Amigos do Forte, aproveitando a realização da reunião pública de Câmara na Freguesia do Forte da Casa, apresentaram ontem (17/Junho/2009) uma proposta de criação de circuitos pedonais e cicláveis nesta freguesia. Este trabalho, constante do plano de actividades da associação para este ano, envolveu diversas intervenções no terreno e pesquisa relevante na área, tendo ainda contado com a participação de associados e cidadãos interessados no tema.
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Segundo o nosso entendimento, que aliás se encontra alinhado com o de especialistas em mobilidade e transportes, ONG's, algumas instituição públicas nacionais e internacionais que se dedicam a destacar a importância dos meios de transporte suaves e dos próprios cidadãos, estamos nesta fase perante a necessidade de mudança de paradigma de mobilidade. Especialmente, ao nível dos movimentos diários no interior das localidades.
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Entendemos que o que está em causa é o ambiente, a economia, a escassez de recursos mas, consideramos que está essencialmente em causa a possibilidade de termos uma vida mais saudável e sustentável em todos os planos, bastando para tal actuar/mudar a tempo.


De acordo com o estudo elaborado e face às lacunas identificadas, como podemos observar na imagem infra, a proposta embora preveja uma espécie de rede interna de mobilidade alternativa à motorizada (tem na sua globalidade cerca de 14Km) é composta por 3 circuitos principais que se interligam entre si.
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1) A azul temos o circuito dos fortes, que tem como principais finalidades: a criação de uma rota histórica que atravessará os redutos defensivos da Linha de Torres (Invasões Francesas); criação de um circuito de manutenção (desporto ao ar livre); a ligação pedestre/ciclável à Verdelha; e fruição ambiental e paisagística;

2) A vermelho podemos ver o circuito urbano, que tem como principal objectivo criar meios de mobilidade alternativa (transportes suaves ou a pé) nas deslocações diárias e internas à freguesia (do tipo: escola-casa; casa-serviços públicos; comércio-casa);

3) O circuito ribeirinho, representado a laranja, tem o intuito de proporcionar a devolução da zona ribeirinha às pessoas e proporcionar, com mínimo impacto, a circulação de pessoas naquela zona, de modo a ser possível contactar com a natureza e paisagens únicas no nosso concelho.

Em síntese, no seu conjunto esta proposta poderá então ser encarada numa quadrupla dimensão - mobilidade; história/cultura; desportiva; ambiental/paisagística - e, face às características muitos especiais da nossa vila (naturais e de ordenamento do território), conjugadamente e com pouco investimento permitirá dar resposta a anseios e necessidades dos fregueses e munícipes.

Intimamente ligada à lógica interna de mobilidade, está a identificação da necessidade de criação de uma rede municipal e até intermunicipal de mobilidade alternativa aos automóveis e transportes públicos, não só com a criação de espaços destinados exclusivamente a este efeito, mas também com a preparação das vias de comunicação a construir ou a requalificar no futuro neste sentido.

A Sr.ª Presidente Câmara, Maria de Lurdes Rosinha, agradeceu a proposta, comprometeu-se a debruçar-se sobre ela e a estabelecer contactos num futuro próximo no sentido de discutir a problemática e conteúdo da mesma.

Esta proposta é por nós entendida e assumida como um documento de trabalho, um ponto de partida, uma maneira de colocar na ordem do dia estes temas e alertar para a satisfação destas necessidades, que carece de aprofundamento técnico, económico e cívico.
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Estamos abertos à participação crítica de todos, bem como ao esforço cívico e construtivo de melhoria! Para mais informações ou consulta do documento na sua integra, é favor enviar e-mail para amigosdoforte@gmail.com .

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Passeio Pedestre


Convidamos todos os amigos a estarem presentes nesta iniciativa, será concerteza uma manhã de sábado bem passada.

O ponto de encontro é no Largo do Forte, na entrada para a fortificação.

Até sábado.

Olhar As Linhas de Torres


Exposição Itinerante
Até 30 de Junho
Zona Ribeirinha de Alhandra (Junto à Casa – Museu Dr. Sousa Martins)
Integrada no programa de comemorações do Bicentenário das Linhas de Torres

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Reportagem Fotográfica à Freguesia do Forte da Casa: "Pontos Negros"


Porque um dos papeis da cidadania, que se quer activa e participativa passa, entre outros, pela denúncia e informação de problemas que afectam negativamente a comunidade, os «Amigos do Forte» não poderiam deixar de aproveitar esta ferramenta/meio para, com recurso à imagem fotográfica, cumprir essa missão.

Esperamos, mais profundamente, com esta atitude contribuir construtivamente para resolução destes (os identificados) pequenos grandes problemas que nos assolam. Problemas esses, não raras vezes de fácil e rápida resolução e, mais ainda, cuja resolução é largamente apreciada pelos cidadãos. Não nos pretendemos refugiar na crítica negativa e destrutiva, que todos os males aponta e poucos ou nenhum elemento positivo descortina na gestão da vida comunitária da autarquia.

Após um pequeno périplo pela freguesia do Forte da Casa saltaram à vista inúmeros motivos de "reportagem". Muitas mais imagens poderiam ter sido transportadas até aqui, trazemos todavia aquelas que nos parece mais importante destacar por ora e cujos problemas poderão, como ficou dito, ter resolução facilitada.

1. Em primeiro lugar, cumpre denunciar a localização dos caixotes do lixo (em muitos casos, ainda não definitivamente arrumados em ilhas ecológicas, que não são mais do que reservatórios subterrâneos), localizados sobre os passeios ou mesmo na via pública prejudicando no primeiro caso a circulação dos peões (pessoas com incapacidades de diversa ordem incluídas) atirando-os mesmo para via pública ou, por outro lado, dificultando a tarefa de circulação e estacionamento automóvel. São também visíveis os indesejados efeitos estéticos e de salubridade.


As imagens apresentadas são da Rua da República, da Rua Capitão Salgueiro Maia e da urbanização Courela do Curral.


Se é verdade que estes pontos são fundamentais na recolha de resíduos sólidos e na reciclagem de materiais, é igualmente importante localizá-los de forma inteligente, ordenada, respeitadora das normas aplicáveis e até do elemento estético (tem-se a sensação que a freguesia anda a várias velocidades, em determinadas zonas já existem as chamadas "ilhas ecológicas", enquanto que noutras por e simplesmente o lixo caí dos caixotes largados ao abandono em plena via pública).


2. Importa também destacar o estacionamento abusivo e desordenado em cima dos passeios que abunda pela nossa freguesia. A falta de civismo em alguns casos está na origem desta situação (dado que muitos dos concidadãos, tendo alternativa viável, não abdicam de ter o seu carro a poucos metros da entrada das suas habitações violando as normas e desrespeitando os demais) contudo, na maior parte das vezes, não existe outra solução senão recorrer ao espaço que normalmente está destinado aos peões.






As imagens ilustram o estacionamento na Rua António Gedeão; na Rua da Escola; depois mais duas da Rua da República; e for fim, da Rua Alves Redol (mercado).

Face à realidade vigente, que não é muito diferente da de outros municípios e freguesias, cabe às autarquias: procurar alternativas viáveis ao estacionamento abusivo; reordenar o espaço; procurar não cair nos mesmos erros do passado em urbanizações presentes e futuras (algo que infelizmente ainda não acontece); desincentivar ou impedir mesmo o estacionamento nos passeios (este acto não pode ter como desculpa a não existência de outras soluções); sensibilizar, responsabilizar os cidadãos pelo seu comportamento incorrecto e estimulá-los a eles próprios utilizarem alternativas ao seu alcance (por exemplo, utilizar o espaços destinados em muitos imóveis a parqueamento ou garagem para esse fim e não ocupar o lugar que pode ser utilizado por quem não tem essa possibilidade).

3. Não poderíamos deixar de tocar na deficiente sinalização das vias que cruzam a vila. Damos aqui dois exemplos deste tipo:


As imagens são da Rua 25 de Abril e da Rua da República.

Estamos nestes casos perante uma paragem que coincide com uma passadeira, um sinal de informação de passadeira que para além de estar em cima da passadeira, perturba mesmo a travessia dos peões que nela queiram atravessar. A última imagem, ainda da mesma passagem de peões, deixa a descoberto a solução errada que se adoptou em termos de arremate e escoamento de águas (a solução foi implementada há cerca de 1/2 meses e partes da estrutura já não se encontram no local, têm inclusive originado danos nas viaturas e são perigosas para a integridade física das pessoas). Uma breve nota sobre as diferentes tentativas de se encontrar a solução ideal para uma passagem de peões: todas elas têm sido estéreis; embora se tenha melhorado, este formato de passadeiras continua a não estar de acordo com as normas aplicáveis.
Convidamos os responsáveis a rever toda a sinalização da freguesia, dado são diferentes as lacunas, erros e imprecisões que poderão encontrar.

(Continua..)

(continuação) Reportagem Fotográfica à Freguesia do Forte da Casa: "Pontos Negros"

4. Aproveitamos ainda esta oportunidade para relatar neste espaço o depósito de resíduos e entulho, fora da lei, em diversos pontos da vila, sem que nada seja feito no sentido de corrigir ou evitar esta situação, entre outros desleixos quanto à limpeza e aparência da paisagística urbana.
Começando pelo depósito de resíduos e entulho, as figuras 1, 2 e 3 (da esquerda para direita temos uma imagem do topo do "monte" do Forte da Casa, junto ao forte n.º 39, e outra junto à zona conhecida como a Terra da Pastoria) retratam a total falta de respeito que os cidadãos têm pelo ambiente e paisagem, em estreito paralelo com a inacção das autarquias locais. Se os resíduos são deixados nos locais referidos é porque se criaram condições facilitadas para os veículos circularem naquelas zonas (nomeadamente, com as movimentações de terras para a construção da 4.ª fase há meia dúzia de anos atrás) e, por outro lado, também porque pouco ou nada se tem feito no sentido de evitar a circulação motorizada nesta zona.

A imagem lateral retrata a situação em que se encontra parte da Rua 11 de Março, onde domina o depósito indiscriminado de lixo e entulho, acompanhado de algum descuido estético-paisagístico da encosta, que resulta numa mistura "explosiva" que perturba o olhar do cidadão e dá ideia de total descuido. A diferença aqui, que mais nos choca, é que estamos em contexto urbano, no centro da vila, em zona habitacional e largamente habitada.

Ainda no que diz respeito à intercepção da Rua 11 de Março com a Rua Alves Redol e ainda na extensão que vai até ao mercado, parece ser esta área uma zona menos nobre, uma espécie de traseiras da freguesia, de vazadouro de toda espécie (ou não fosse por aqui que a maior parte das águas pluviais são naturalmente encaminhadas) e onde não parece existir interesse em melhorar, um aparente descrédito que, diga-se, foi ligeiramente colmatado pela criação de uma zona verde nas imediações (a chamada 2.ª fase do “parque urbano” nas traseiras da Rua Alves Redol que, como todos nós sabemos, não é mais do que o aproveitamento dos espaços por onde passa a conduta de abastecimento de água dos concelhos a jusante e onde não é possível edificar). A última imagem, bem como as seguintes, falam por si…









No entanto, a requalificação (referida no parágrafo anterior) das traseiras da Rua Alves Redol parece ter-se cingido mesmo aos locais de atravessamento da conduta de água. Para quando a requalificação e reconversão das traseiras (que inicialmente seria a entrada principal) do Pavilhão Polidesportivo que se encontra completamente abandonada há pelo menos 15 anos? Vejamos as imagens…

...parece que o brio e cuidado com parte da envolvente do edifício da Junta de Freguesia está igualmente esquecida (as imagens que abaixo apresentamos têm cerca de 1 mês). Servem, fundamentalmente, estas imagens para levantar outra questão: onde nos conduzirão as escadas que estão nas traseiras do edifício? Serão, por exemplo, os fregueses do Bº da Soda da Póvoa obrigados a contornar um enorme número de edifícios, quando a junta está mesmo ali? Vejamos:


















5. Finalmente, deixamos alguns perigos e "descuidos". Este último bloco de imagens, foi captado na zona para a qual estava (ou está) projectada a 4.ª fase (no topo do da vila). Fica patente que o projecto e movimentações de terras ficaram a meio, e como nada se pode construir, ficam as pessoas à mercê da sua própria sorte.























A insegurança é evidente. Um cidadão mais incauto pode ter o azar de cair numa das caixas de saneamento dissimuladas entre a vegetação ou cair de uma altura de aproximadamente 3 metros quando alegremente acaba de fazer uma visita ao reduto n.º 39 .

Lembramos que crianças e desportistas frequentam esta zona. Os riscos são evidentes. É urgente intervir.

As imagens valem mais do que muitas palavras...

Ficam os alertas, aguardam-se soluções!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Recriação Histórica - “O Exército Napoleónico em Mafra. Um Convento Ocupado (1808)”

Na senda de outras iniciativas de grande qualidade, a Câmara Municipal Mafra (que integra a "Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres") organiza mais uma Recriação Histórica no próximo dia 21 de Junho, entre as 14:00 e as 16.30, no Palácio Nacional de Mafra, com entrada gratuita para o público em geral, sobre a presença do exército napoleónico por essas terras, bem como a ocupação do convento existente naquela época por estes invasores.

"Serão recriados episódios desta ocupação com o povo de Mafra, os frades que ocupavam o convento e o exército francês. Mais de cem participantes (actores e voluntários) irão constituir 19 cenas.

Entre 8 de Dezembro de 1807 e Agosto de 1808, Mafra transformou-se no Quartel-general da 2.ª Divisão do Exército Napoleónico, sob a liderança de Henri-Louis Loison, também conhecido como “o maneta”. Foi o único momento da história centenária do Monumento de Mafra em que a bandeira portuguesa foi trocada pela francesa" (informação constante no sítio electrónico http://www.cm-mafra.pt/cultura/noticia.asp?noticia=1245).

Aconselhamos vivamente a presença de todos.

Aproveitamos a oportunidade para destacar e saudar o papel deste município na organização de eventos destinados a este tema (quer em número, como em qualidade), que não tem encontrado eco ao nível dos restantes municípios.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

VISITAS GUIADAS ao Circuito da Enxara (Mafra)

Sob o lema “COMUNICAR EM TEMPO DE GUERRA (1810), O TELÉGRAFO DA SERRA DO SOCORRO”, a Câmara Municipal de Mafra, convida o público a efectuar uma visita guiada à Serra do Socorro.

O Circuito da Enxara encontra-se integrado na Rota Histórica das Linhas de Torres: iniciativa de âmbito intermunicipal, que visa investigar, valorizar e divulgar o património histórico das Linhas de Torres.

São disponibilizadas visitas guiadas as vários elementos que integram o referido circuito:

- Serra do Socorro – Observatório de paisagem; buraco de poste musealizado; Centro Interpretativo dedicado à temática das Linhas de Torres; e Telégrafo (este será apenas montado, caso as condições meteorológicas o permitam);

- Fortes – Visita ao Forte Grande (28) e Forte Pequeno. Os redutos 28 e 29 encontram-se situados ente a 1.ª e 2.ª Linhas, tendo como objectivo estratégico central a defesa da estrada Torres – Montachique, como apoio ao Quartel-General de Wellington em Pêro Negro.

A entrada é livre, mediante marcação prévia através do telef.: 261 819 711; e-mail: arqueologia@cm-mafra.pt; ou da seguinte ficha de inscrição: http://www.cm-mafra.pt/cultura/formvisitas_insc.asp

sexta-feira, 27 de março de 2009

O mouchão da Póvoa, no Tejo, está à venda na internet por cerca de 240 milhões de euros.

«A empresa 'Private Islands' tem à venda na internet aquela que é a "bonita" e "rara" ilha situada a 300 metros da costa de Lisboa, "apenas" a seis quilómetros do aeroporto da capital. A ilha está à venda com uma proposta de construção de um "resort" de golf, com vários e "luxuosos" apartamentos, e com a possibilidade de albergar uma "pequena marina e pelo menos um luxuoso hotel e spa".
É igualmente referido que "os poderes central e local estão empenhados no desenvolvimento da ilha" e que "as negociações para futuros desenvolvimentos estão em fase inicial" e, por tal, o projecto pode ser modificado "muito facilmente".
O mouchão da Póvoa é uma extensa ilha no estuário do Tejo, de propriedade da imobiliária Agrupol S.A., que tem conhecimento desta venda na internet e de uma informação recente de que empresários de origem árabe estariam interessados em investir no mouchão.
"Um dos proprietários de um grupo inglês [que tentou negociar a compra do mouchão] tem ligação a um empresário casado com uma descendente árabe", grupo esse que "tem ligação com a Private Islands", disse fonte da Agrupol S.A.
Neste sentido, a mesma fonte disse ainda à Lusa que "o grupo inglês ficou na posse de alguns elementos que permitiam colocar o mouchão à venda", mas garantiu que "nunca" será vendido por esse valor, salientando a "palavra final" dos proprietários.»
Fonte: Diário Económico (http://economico.sapo.pt/noticias/empresa-vende-ilha-no-tejo-por-240-milhoes_6724.html)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

5º Aniversário - Circuito da Enxara

Caros Amigos,

Num dia de acalmia meteorológica, concretizamos o programa que anteriormente divulgamos, com um magnífico acompanhamento do Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal de Mafra, pelo Dr. Saldanha Sanches e Drª Ana Catarina Sousa, que de uma forma soberba souberam desvendar-nos os segredos do Circuito da Enxara.

Num enquadramento paisagístico fenomenal, iniciamos a visita...


Primeiro no miradouro da Serra do Socorro onde nos foi feito o enquadramento, nomeadamente, histórico do que iríamos ver...


Passamos em seguida para um dos pormenores que foi preservado: o que se supõe ser o local onde estaria o Telégrafo Óptico (buraco de poste).


A visita ao Centro Interpretativo e à Ermida de Nossa Senhora do Socorro.



Local onde se encontra a réplica do Telégrafo.


Forte Grande (obra n.º 28) e Forte Pequeno (obra n.º 29), localizados entre 1.ª e 2.ª Linhas Defensivas de Torres, aqui com a foto de um grupo de entusiastas.


A terminar, tivemos um excelente repasto no "Restaurante Típico Portal do Moinho", sito na Ervideira, ou seja, nas imediações dos referidos Fortes.

Ficou certamente na memória de todos um excelente Sábado, e uma experiência para repetir, na medida que é expectativa de todos, que mais circuitos abram ao público...

Assim comemoramos mais um aniversário desta jovem associação, e só não digo até para ao ano, porque iremos realizar outras iniciativas este ano, e como sempre estão todos convidados.

Assim, um até breve!