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O jornal Público online, no dia 12/Out/2010, vem confirmar as insistentes notícias dos últimos dias:
«O Serviço de Atendimento Complementar do Centro de Saúde da Póvoa de Santa Iria vai voltar a funcionar em horário nocturno a partir de segunda-feira, anunciou o Agrupamento de Centros de Saúde de Vila Franca de Xira.
O serviço deixou de funcionar até às 22h00, no início de Setembro, devido à falta de médicos que pudessem assegurar as consultas nocturnas.
A decisão do Agrupamento de Centros de Saúde de Vila Franca de Xira levou a que os utentes da Póvoa de Santa Iria tivessem que recorrer ao centro de saúde de Alverca a partir das 20h00, o que motivou o descontentamento de utentes e autarcas locais.
A contratação de uma empresa de prestação de serviços foi a solução encontrada para que aquela unidade volte a ter consultas no período da noite. “Não há outra hipótese porque não tenho médicos da casa para assegurar esse serviço e, por essa razão, foi encerrado o serviço na Póvoa e concentrado em Alverca”, explicou a directora do Agrupamento de centros de saúde, Marília Alves.
O atendimento complementar irá funcionar apenas de segunda a sexta-feira, recebendo os utentes do centro de saúde da Póvoa e das extensões de saúde de Vialonga e Forte da Casa.
Os fins-de-semana e feriados vão continuar a ser assegurados pelo centro de saúde de Alverca.»
Ver mensagens anteriores:
Recessão na Saúde: fortenses obrigados a recorrer ...
sábado, 13 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Adiada a Inauguração da Grande Rota Histórica das Linhas de Torres
A C. M. de Torres Vedras adiou a inauguração da Grande Rota Histórica das Linhas de Torres.
Escreve no site que "por motivo de existir um reduzido número de inscrições e das condições atmosféricas para os dias 13 e 14 não serem as mais favoráveis, a Inauguração do Troço Concelhio da Grande
Rota das Linhas de Torres, será adiada para data a informar oportunamente.A inauguração do Troço de Torres Vedras da Grande Rota das Linhas de Torres Vedras, será assinalada com a realização das 11ª Jornadas Nacionais de Pedestrianismo e com 6 Passeios Pedestres de diferentes distâncias e níveis de dificuldade, que irão percorrer as fortificações existentes no Concelho.
A inauguração será assinalada às 09h00 de dia 14 Novembro, domingo, com todos os passeios a fazerem uma partida simbólica num Forte. Haverá ainda um evento de Geocaching".
Traremos novidades sobre este tema, logo que surjam!
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Linhas Defensivas de Torres
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Comunicado: Inauguração do Centro Interpretativo
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Com a inauguração do Centro Interpretativo do Forte da Casa, integrado no Reduto nº 38 da 2.ª Linha Defensiva de Torres, hoje dia 4 de Novembro de 2010, uma parte importante da história do nosso país e do período da Guerra Peninsular é colocado à disposição dos nossos concidadãos para seu conhecimento e usufruto.
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Esta parte da nossa história tem os seus protagonistas, entre outras figuras como representante dos eternos aliados britânicos Duque de Wellington, o terrível Massena ou o visionário Napoleão, os quais têm destaque e o seu nome inscrito nos diversos documentos históricos. Contudo, o povo “anónimo”, que à época desempenhou um papel preponderante no combate e expulsão do exército imperial de Napoleão e que por isso pareceram no rescaldo dos acontecimentos, também justo se torna fazer-lhe referência.
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A presença nesta inauguração no Forte da Casa, para além dos representantes autárquicos e individualidades militares, do Presidente da Assembleia da República e da Embaixadora da Noruega no nosso país, conferem-lhe a importância nacional e internacional que este património indubitavelmente tem.
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A associação cívica Os Amigos do Forte, congratula-se com este acontecimento, mas não pode deixar de referenciar o papel da cidadania, no facto de hoje se estar a presenciar o renascer deste património. No já longínquo ano 2000, ao nosso saudoso companheiro Idalino Mateus (mentor, fundador e 1.º Presidente da nossa Associação) se deve a iniciativa de através de um abaixo-assinado, de diversas intervenções públicas a nível autárquico e mobilização dos cidadãos, ter malogrado a execução de um projecto que ignorava a importância histórica e patrimonial deste reduto.
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Em boa hora essa iniciativa teve lugar, porque o alerta despoletado permitiu que diversas entidades ao longo destes anos viessem a reconhecer a importância desse património, revelados pelos trabalhos arqueológicos entretanto realizados.
Mas em dia de cerimónias oficiais, esta Associação relembra que há ainda um caminho a percorrer, nomeadamente pelo facto de as muralhas exteriores da fortificação ainda não terem sido postas a descoberto, a reabilitação da zona envolvente não ter sido concretizada, os restantes redutos existentes na vila carecerem de intervenção e a criação do circuito dos fortes na vila por nós proposto em 2009 que aguarda por parte da autarquia uma ponderação acerca da sua implementação.
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Da nossa parte, a divulgação e realização de iniciativas que proporcionem uma dinâmica sustentada deste património será à nossa medida um dos princípios de actuação.
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Aos nossos concidadãos, neste dia em que este património nos é devolvido, queremos alertar ser também nosso dever a sua preservação e dinamização. Ficando reservado o dever ao poder local de recuperação das restantes fortificações, pois tal como no passado foi esta rede de fortificações que tornou este património inexpugnável ao invasor, é também o seu conjunto que faz sentido recuperar.
A Direcção d' Os Amigos do Forte
Com a inauguração do Centro Interpretativo do Forte da Casa, integrado no Reduto nº 38 da 2.ª Linha Defensiva de Torres, hoje dia 4 de Novembro de 2010, uma parte importante da história do nosso país e do período da Guerra Peninsular é colocado à disposição dos nossos concidadãos para seu conhecimento e usufruto.
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Esta parte da nossa história tem os seus protagonistas, entre outras figuras como representante dos eternos aliados britânicos Duque de Wellington, o terrível Massena ou o visionário Napoleão, os quais têm destaque e o seu nome inscrito nos diversos documentos históricos. Contudo, o povo “anónimo”, que à época desempenhou um papel preponderante no combate e expulsão do exército imperial de Napoleão e que por isso pareceram no rescaldo dos acontecimentos, também justo se torna fazer-lhe referência.
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A presença nesta inauguração no Forte da Casa, para além dos representantes autárquicos e individualidades militares, do Presidente da Assembleia da República e da Embaixadora da Noruega no nosso país, conferem-lhe a importância nacional e internacional que este património indubitavelmente tem.
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A associação cívica Os Amigos do Forte, congratula-se com este acontecimento, mas não pode deixar de referenciar o papel da cidadania, no facto de hoje se estar a presenciar o renascer deste património. No já longínquo ano 2000, ao nosso saudoso companheiro Idalino Mateus (mentor, fundador e 1.º Presidente da nossa Associação) se deve a iniciativa de através de um abaixo-assinado, de diversas intervenções públicas a nível autárquico e mobilização dos cidadãos, ter malogrado a execução de um projecto que ignorava a importância histórica e patrimonial deste reduto.
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Em boa hora essa iniciativa teve lugar, porque o alerta despoletado permitiu que diversas entidades ao longo destes anos viessem a reconhecer a importância desse património, revelados pelos trabalhos arqueológicos entretanto realizados.
Mas em dia de cerimónias oficiais, esta Associação relembra que há ainda um caminho a percorrer, nomeadamente pelo facto de as muralhas exteriores da fortificação ainda não terem sido postas a descoberto, a reabilitação da zona envolvente não ter sido concretizada, os restantes redutos existentes na vila carecerem de intervenção e a criação do circuito dos fortes na vila por nós proposto em 2009 que aguarda por parte da autarquia uma ponderação acerca da sua implementação.
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Da nossa parte, a divulgação e realização de iniciativas que proporcionem uma dinâmica sustentada deste património será à nossa medida um dos princípios de actuação.
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Aos nossos concidadãos, neste dia em que este património nos é devolvido, queremos alertar ser também nosso dever a sua preservação e dinamização. Ficando reservado o dever ao poder local de recuperação das restantes fortificações, pois tal como no passado foi esta rede de fortificações que tornou este património inexpugnável ao invasor, é também o seu conjunto que faz sentido recuperar.
A Direcção d' Os Amigos do Forte
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Linhas Defensivas de Torres
Vídeos da Inauguração do Centro Interpretativo
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O jornal O Mirante, na sua edição online, disponibiliza um vídeo com alguns momentos da cerimónia de inauguração do Centro Interpretativo do Forte da Casa sugerimos que todos aqueles que não estiveram presentes e tenham interesse carreguem neste link para o visionar.
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Também no youtube podemos encontrar dois vídeos, cujas ligações aqui deixamos:
- vídeo 1;
- vídeo 2.
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Em breve, contamos aqui disponibilizar algumas fotos deste dia tão importante para nossa vila e concelho.
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Linhas Defensivas de Torres
Horário Funcionamento do Centro Interpretativo do Forte da Casa
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O Centro Interpretativo do Forte da Casa, concelho de Vila Franca de Xira, dedicado às Linhas Defensivas de Torres Vedras (Invasões Francesas), vai funcionar de Terça-feira a Domingo, das 09h30 às 17h30, com interregno para almoço das 12h30 às 14h00, estando encerrado aos feriados.
O Centro Interpretativo do Forte da Casa, concelho de Vila Franca de Xira, dedicado às Linhas Defensivas de Torres Vedras (Invasões Francesas), vai funcionar de Terça-feira a Domingo, das 09h30 às 17h30, com interregno para almoço das 12h30 às 14h00, estando encerrado aos feriados.
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Linhas Defensivas de Torres
Jaime Gama exalta "bons exemplos do passado" na inauguração do Centro Interpretativo do Forte da Casa
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«(...) Na inauguração do Centro Interpretativo do Forte da Casa, concelho de Vila Franca de Xira, no âmbito das Comemorações do Bicentenário das Linhas Defensivas de Torres Vedras, questionado pelos jornalistas sobre se os exemplos do passado deverão servir para dar força aos portugueses nos dias de hoje, o presidente da Assembleia da República defendeu que os bons exemplos são sempre um estímulo para o presente e para o futuro e o esforço demonstrado para fazer estas Linhas de Torres, para as defender e o esforço gasto nos combates que aqui se travaram é a demonstração que nós os portugueses temos uma tempra rija.
Jaime Gama considerou fundamental a criação do Centro Interpretativo do Forte da Casa e as intervenções realizadas no âmbito da Plataforma Intermunicipal das Linhas de Torres, que integra os municípios de Arruda dos Vinhos, Loures, Sobral do Monte Agraço, Mafra, Torres Vedras e Vila Franca de Xira. Conhecer o passado histórico de uma região é de grande relevância para as gerações atuais e futuras e as escolas devem investir em todo este conhecimento, disse.
O objetivo da Plataforma é a gestão integrada do conjunto patrimonial das Linhas de Torres, um conjunto de fortificações que o general inglês Wellington concebeu, em 1809, para a defesa de Lisboa às invasões francesas napoleónicas.
[Acrescentou a esperança que a] intermunicipalidade contribua para revitalizar a potencialidade desta zona na atração de um turismo de qualidade que permita valorizar as rotas históricas e a gastronomia, o conhecimento e as opções de lazer para a população da Grande Lisboa”, concluiu». (Fonte: Jornal O Destak)
Jaime Gama considerou fundamental a criação do Centro Interpretativo do Forte da Casa e as intervenções realizadas no âmbito da Plataforma Intermunicipal das Linhas de Torres, que integra os municípios de Arruda dos Vinhos, Loures, Sobral do Monte Agraço, Mafra, Torres Vedras e Vila Franca de Xira. Conhecer o passado histórico de uma região é de grande relevância para as gerações atuais e futuras e as escolas devem investir em todo este conhecimento, disse.
O objetivo da Plataforma é a gestão integrada do conjunto patrimonial das Linhas de Torres, um conjunto de fortificações que o general inglês Wellington concebeu, em 1809, para a defesa de Lisboa às invasões francesas napoleónicas.
[Acrescentou a esperança que a] intermunicipalidade contribua para revitalizar a potencialidade desta zona na atração de um turismo de qualidade que permita valorizar as rotas históricas e a gastronomia, o conhecimento e as opções de lazer para a população da Grande Lisboa”, concluiu». (Fonte: Jornal O Destak)
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Seria fundamental que as ilações e esperanças do Sr. Presidente da Assembleia da República tenham corporização e aplicação no terreno no que diz respeito ao concelho de Vila Franca. Assim queira a Câmara Municipal colmatar, com o apoio neste preciso recurso, o forte défice de investimento no domínio da Cultura e Património.
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Inauguração Centro Interpretativo no Forte da Casa - Dia 04 Novembro 2010
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Inexplicavelmente e apesar de ter difundido a data de dia 06 de Novembro (Sábado), a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira prepara-se para inaugurar o Centro Interpretativo do Concelho de Vila Franca de Xira dedicado às Invasões Francesas, localizado no Forte da Casa (Largo do Forte, reduto n.º 38), amanhã dia 04 de Novembro (Quinta-feira), pelas 11h e 20m.
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As cerimónias terão inicio nos Paços do Concelho, em Vila Franca de Xira, pelas 10h e contarão com a presença de Sua Exa. o Presidente da Assembleia da República, Dr. Jaime Gama.
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
OE2011: Acordo PSD/Governo pode inviabilizar novo hospital de Vila Franca
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No sítio electrónico da Rádio Renascença escreve-se hoje que:
«A construção do novo hospital de Vila Franca de Xira pode ser suspensa, apesar de a primeira pedra já ter sido lançada pelo Governo, em Agosto. É que, pelos critérios definidos no acordo entre Executivo e PSD sobre o Orçamento do Estado para 2011, esta será uma das obras de reavaliação prioritária.
Mas nem sempre foi assim. O hospital de Vila Franca escapava à proposta inicial do PSD e o contrato de financiamento bancário foi mesmo assinado em cima do acordo sobre o Orçamento. No entanto, o memorando final acabou por alargar o número de parcerias público-privadas a suspender.
Na primeira proposta de acordo, o PSD mantinha dois hospitais em parceria público-privada – o do Algarve e o de Todos-os-Santos, em Lisboa – por estarem já em fase de concurso. Na versão final, que resultou no entendimento com o Executivo, a alteração é substancial: decide-se rever todas as parcerias público-privadas, mesmo as que já estão em fase de concurso, as que estão em fase inicial de construção e aquelas cujas obras não começaram, o que implicará adiar também o hospital de Vila Franca de Xira.
Contactada pela Renascença, a presidente da autarquia, Maria da Luz Rosinha, defende que é demasiado tarde para travar a obra.
“Na semana passada, foi produzido o despacho conjunto por parte das Finanças e do Ministério da Saúde e foi assinado um contrato de financiamento. O processo vai ser agora remetido ao Tribunal de Contas e após o visto começamos de imediato as obras”, justifica.
Mas é precisamente ao Tribunal de Contas que caberá rever as parcerias público-privadas. Ainda assim, a autarca de Vila Franca de Xira não quer crer que seja logo o PSD a inviabilizar este hospital, que prometeu há 15 anos.
“Não acredito”, afirma.
Se a obra for adiada, pode não ser afinal uma grande cedência do Governo. É que o Orçamento do Estado para 2011, curiosamente, já fala num diferimento dos prazos para o Hospital de Vila Franca, apesar de prever o início da sua construção.
A Renascença aguarda ainda esclarecimentos do Ministério da Saúde sobre este assunto.
O hospital de Vila Franca de Xira deveria ficar concluído em 2012. A construção e gestão foi atribuída a um consórcio privado, que inclui a Somague e o Grupo Mello.»
«A construção do novo hospital de Vila Franca de Xira pode ser suspensa, apesar de a primeira pedra já ter sido lançada pelo Governo, em Agosto. É que, pelos critérios definidos no acordo entre Executivo e PSD sobre o Orçamento do Estado para 2011, esta será uma das obras de reavaliação prioritária.
Mas nem sempre foi assim. O hospital de Vila Franca escapava à proposta inicial do PSD e o contrato de financiamento bancário foi mesmo assinado em cima do acordo sobre o Orçamento. No entanto, o memorando final acabou por alargar o número de parcerias público-privadas a suspender.
Na primeira proposta de acordo, o PSD mantinha dois hospitais em parceria público-privada – o do Algarve e o de Todos-os-Santos, em Lisboa – por estarem já em fase de concurso. Na versão final, que resultou no entendimento com o Executivo, a alteração é substancial: decide-se rever todas as parcerias público-privadas, mesmo as que já estão em fase de concurso, as que estão em fase inicial de construção e aquelas cujas obras não começaram, o que implicará adiar também o hospital de Vila Franca de Xira.
Contactada pela Renascença, a presidente da autarquia, Maria da Luz Rosinha, defende que é demasiado tarde para travar a obra.
“Na semana passada, foi produzido o despacho conjunto por parte das Finanças e do Ministério da Saúde e foi assinado um contrato de financiamento. O processo vai ser agora remetido ao Tribunal de Contas e após o visto começamos de imediato as obras”, justifica.
Mas é precisamente ao Tribunal de Contas que caberá rever as parcerias público-privadas. Ainda assim, a autarca de Vila Franca de Xira não quer crer que seja logo o PSD a inviabilizar este hospital, que prometeu há 15 anos.
“Não acredito”, afirma.
Se a obra for adiada, pode não ser afinal uma grande cedência do Governo. É que o Orçamento do Estado para 2011, curiosamente, já fala num diferimento dos prazos para o Hospital de Vila Franca, apesar de prever o início da sua construção.
A Renascença aguarda ainda esclarecimentos do Ministério da Saúde sobre este assunto.
O hospital de Vila Franca de Xira deveria ficar concluído em 2012. A construção e gestão foi atribuída a um consórcio privado, que inclui a Somague e o Grupo Mello.»
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Vila Franca de Xira (concelho)
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Lixo acumulado nos contentores do concelho de Vila Franca de Xira incomoda moradores
No Jornal O Mirante
Edição de 28/10/2010
«Lixo acumulado nos contentores do concelho de Vila Franca de Xira incomoda moradores
Ao domingo não é realizada a recolha de lixo nos contentores do concelho de Vila Franca de Xira. Os moradores estão insatisfeitos. A câmara vai estudar a situação.
A falta de recolha de lixo urbano no concelho de Vila Franca de Xira aos domingos está a causar uma onda de insatisfação nos moradores dos principais centros habitacionais. O lixo acumula-se, dentro e fora dos contentores, causando situações de insalubridade.
As situações mais complicadas são registadas nos bairros de Povos e Bom Retiro (Vila Franca de Xira), Quinta da Piedade (na Póvoa de Santa Iria), Arcena (Alverca) e Malva Rosa (Alverca), onde a concentração de residentes é maior. Contudo o problema estende-se às restantes freguesias, da Calhandriz a Vialonga.
“Vivemos com um grande problema à porta porque o lixo vai acumulando durante o fim-de-semana. Ao domingo ao final da tarde temos os contentores todos cheios, alguns com sacos de lixo pelo chão, é uma vergonha. Depois temos todos os problemas associados a isso: os cães e gatos vadios rasgam os sacos e espalham o lixo pela rua. Outras vezes são as crianças que o fazem. É um risco para a saúde pública”, critica Fernando Bento, morador de Povos a O MIRANTE.
Além do problema da falta de recolha muitos moradores criticam o facto de vários contentores não estarem limpos. “O concelho já não é uma terra pequena, temos cada vez mais gente. Na Póvoa de Santa Iria a situação é dramática, chega a nem haver espaço para meter o lixo perto dos contentores. Numa cidade moderna isso representa um completo atraso de mentalidade”, critica outro morador ao nosso jornal.
O problema tem sido abordado em várias reuniões públicas do executivo da câmara municipal de Vila Franca de Xira e em assembleias municipais. Em todas elas o vereador responsável pelos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) Vale Antunes informou que está atento às queixas da população.
“Vou tentar perceber porque motivo essa situação (do lixo acumulado) está a acontecer. Até porque, há uns tempos atrás, foi tomada a decisão de ter um dia de descanso semanal. Vou averiguar”, explicou Vale Antunes na última assembleia municipal de Vila Franca de Xira. O autarca respondia ao deputado Luís Veríssimo (CDU), que também reclamava da “fraca recolha” aos fins-de-semana.
Na última reunião pública do executivo uma moradora de Alverca, Luísa Vaz, também criticou a recolha e alertou a necessidade de serem realizadas lavagens mais frequentes dos contentores para evitar maus cheiros.
A presidente da Câmara Municipal, Maria da Luz Rosinha, disse estar de acordo com a munícipe e informou que já têm chegado queixas à Câmara Municipal. “A recolha dos separativos não é feita com a mesma regularidade que a dos resíduos urbanos domésticos. Já nos têm chegado queixas deste mau trato dado aos separativos. O vereador irá novamente junto dos serviços chamar a atenção para o problema e tentaremos controlar a situação”, afirmou.
A edil disse também que já foi aprovada a contratação de serviços de lavagem dos contentores a uma empresa privada e mostrou-se esperançada em ter todos os contentores lavados até ao final do ano. “É uma necessidade que reconheço, a par de uma atitude mais cívica dos cidadãos, que despejam o lixo directamente para o contentor. Aí percebe-se que o contentor, mesmo tendo sido lavado há pouco, vai continuar a cheirar mal”, lamentou.»
«Lixo acumulado nos contentores do concelho de Vila Franca de Xira incomoda moradores
Ao domingo não é realizada a recolha de lixo nos contentores do concelho de Vila Franca de Xira. Os moradores estão insatisfeitos. A câmara vai estudar a situação.
A falta de recolha de lixo urbano no concelho de Vila Franca de Xira aos domingos está a causar uma onda de insatisfação nos moradores dos principais centros habitacionais. O lixo acumula-se, dentro e fora dos contentores, causando situações de insalubridade.
As situações mais complicadas são registadas nos bairros de Povos e Bom Retiro (Vila Franca de Xira), Quinta da Piedade (na Póvoa de Santa Iria), Arcena (Alverca) e Malva Rosa (Alverca), onde a concentração de residentes é maior. Contudo o problema estende-se às restantes freguesias, da Calhandriz a Vialonga.
“Vivemos com um grande problema à porta porque o lixo vai acumulando durante o fim-de-semana. Ao domingo ao final da tarde temos os contentores todos cheios, alguns com sacos de lixo pelo chão, é uma vergonha. Depois temos todos os problemas associados a isso: os cães e gatos vadios rasgam os sacos e espalham o lixo pela rua. Outras vezes são as crianças que o fazem. É um risco para a saúde pública”, critica Fernando Bento, morador de Povos a O MIRANTE.
Além do problema da falta de recolha muitos moradores criticam o facto de vários contentores não estarem limpos. “O concelho já não é uma terra pequena, temos cada vez mais gente. Na Póvoa de Santa Iria a situação é dramática, chega a nem haver espaço para meter o lixo perto dos contentores. Numa cidade moderna isso representa um completo atraso de mentalidade”, critica outro morador ao nosso jornal.
O problema tem sido abordado em várias reuniões públicas do executivo da câmara municipal de Vila Franca de Xira e em assembleias municipais. Em todas elas o vereador responsável pelos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) Vale Antunes informou que está atento às queixas da população.
“Vou tentar perceber porque motivo essa situação (do lixo acumulado) está a acontecer. Até porque, há uns tempos atrás, foi tomada a decisão de ter um dia de descanso semanal. Vou averiguar”, explicou Vale Antunes na última assembleia municipal de Vila Franca de Xira. O autarca respondia ao deputado Luís Veríssimo (CDU), que também reclamava da “fraca recolha” aos fins-de-semana.
Na última reunião pública do executivo uma moradora de Alverca, Luísa Vaz, também criticou a recolha e alertou a necessidade de serem realizadas lavagens mais frequentes dos contentores para evitar maus cheiros.
A presidente da Câmara Municipal, Maria da Luz Rosinha, disse estar de acordo com a munícipe e informou que já têm chegado queixas à Câmara Municipal. “A recolha dos separativos não é feita com a mesma regularidade que a dos resíduos urbanos domésticos. Já nos têm chegado queixas deste mau trato dado aos separativos. O vereador irá novamente junto dos serviços chamar a atenção para o problema e tentaremos controlar a situação”, afirmou.
A edil disse também que já foi aprovada a contratação de serviços de lavagem dos contentores a uma empresa privada e mostrou-se esperançada em ter todos os contentores lavados até ao final do ano. “É uma necessidade que reconheço, a par de uma atitude mais cívica dos cidadãos, que despejam o lixo directamente para o contentor. Aí percebe-se que o contentor, mesmo tendo sido lavado há pouco, vai continuar a cheirar mal”, lamentou.»
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Vila Franca de Xira (concelho)
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
CM Lisboa Estuda e Propõe Recolha de Lixo a Nível Multimunicipal
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In Jornal DESTAK:
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In Jornal DESTAK:
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"A Câmara de Lisboa está a negociar com os municípios vizinhos a criação de uma estrutura multimunicipal que congregue os sistemas de recolha do lixo, otimizando os recursos e os equipamentos existentes.
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Não faz sentido que quem faz a recolha em Carnide (concelho de Lisboa) não vá até Odivelas, exemplificou António Costa, colocando este novo modelo de gestão do lixo como uma das prioridades para os próximos anos.
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Um camião do lixo é muito caro e nós só o utilizamos cinco horas por dia”, pelo que pode ser utilizado noutros municípios, salientou o autarca, que defende uma rentabilização ao nível dos equipamentos e estruturas, avançando com circuitos de recolha de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) harmonizados entre concelhos (nomeadamente em zonas limítrofes), parques de viaturas comuns e gestão de recursos humanos.
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Recusando a criação de uma nova empresa multimunicipal com os concelhos vizinhos de Vila Franca de Xira, Amadora, Loures e Odivelas, António Costa prefere uns “serviços municipalizados conjuntos, garantindo aos trabalhadores todos os direitos laborais, uma matéria sensível na negociação com os sindicatos".
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11 de Outubro de 2010
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Ambiente
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