terça-feira, 15 de março de 2011

Apresentação de Livro: "As Invasões Francesas"

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Será lançado no próximo dia 17 de Março, quinta-feira, pelas 18 horas, no Salão Nobre do Palácio da Independência (localizado no Largo de São Domingos em Lisboa), o livro "As Invasões Francesas - Desde a Ida da Família Real para o Brasil às Linhas de Torres (1807-1811)".
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Este livro é da autoria do Coronel José Geraldo, um esclarecido, apaixonado e dedicado investigador/promotor das matérias que dizem respeito às Invasões Francesas, recém associado da nossa associação que, se bem estão lembrados, nos deu a honra da sua presença e enriquecedora palestra no âmbito da comemoração do 6.º aniversário da associação.
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Um lançamento e livro certamente a não perder.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Assembleia Municipal (dia 22 de Fevereiro)


Decorrerá no próximo dia 22 de Fevereiro de 2011, pelas 18 horas, no Auditório do Centro Paroquial João Paulo II em Alverca, a primeira assembleia municipal ordinária do corrente ano.

Acompanhe e intervenha sobre os temas em agenda (veja aqui a ordem de trabalhos) ou aproveite para colocar questões nesta sede.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Concurso de Ideias Para Ponte Pedonal: Projecto Vencedor

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Conforme escrevemos há 4 meses atrás neste blogue (leia aqui a notícia publicada), foi desencadeado pela CMVFX e a Universidade Lusíada um concurso de ideias tendo em vista a projecção de uma passagem superior pedonal que ligue o Forte da Casa à zona ribeirinha.

Foram apresentadas diversas candidaturas, mas o júri acabou por considerar vencedor o projecto concebido pelos alunos Tiago Venda Morgado e Inês Malvar Matos de Sá, orientados pelos docentes Mestre Arqt.ª Florbela da Silva Gomes Ferreira e Eng. António Manuel Lopes da Costa Nunes Fonseca - vide imagem lateral desse projecto e clique aqui para ver imagens de outros projectos.

De acordo com a calendarização, segue-se agora uma fase de exposição de todos os trabalhos durante o mês de Fevereiro na CMVFX (a confirmar, daremos nota de mais pormenores) e durante o mês de Março na Universidade Lusíada.
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Nos termos do regulamento de concurso, "a Fundação Minerva convidará os professores que acompanharem a equipa vencedora, no sentido destes poderem vir a ser responsáveis pelo projecto de execução nos termos do Protocolo e da Adenda subscritos entre esta e a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.
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Logo que possível, traremos novidades sobre este assunto.

A Sua Voz na Europa

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A Comissão Europeia dá voz ao cidadão europeu, num sítio especialmente dedicado ao tema: A sua voz na Europa.

Campanha Limpar Portugal vai ser reeditada este ano

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«No ano passado, mais de 100 mil pessoas limparam o país, de Norte a Sul, num só dia, 20 de Março. Por que não 200 mil em 2011? É este o repto que o núcleo dinamizador da campanha Limpar Portugal está agora a lançar aos portugueses.

O primeiro passo já foi dado pelo núcleo da campanha em Braga, que lançou o ontem o desafio através da Internet e de redes sociais. O dia escolhido este ano é 19 de Março. Em Braga, voluntários vão limpar os bosques do concelho. Não irão fazer o mesmo trabalho que no ano passado, quando grande parte do esforço foi dirigido para remover entulhos. “Não continuaremos a fazer o serviço que cabe às autoridades fazer”, afirma Paulo Pimentel Torres, um dos líderes da campanha. Este ano, será uma actividade “soft e educativa”, concentrada nos plásticos, vidros, colchões, móveis e outros objectos que continuam a ser abandonados um pouco por todo o lado.

O chamamento dos organizadores é descomprometido. Eles vão limpar o seu concelho. “Desafia-se outros a que o também façam na sua terra. Quem sabe se afinal iremos 200.000”, lê-se na mensagem que está a ser enviada a milhares de portugueses.

“É mais um repto do que uma organização”, explica Paulo Torres. “As pessoas, localmente, já sabem como fazer”. No concelho de Arouca, já há adesões.

Lançada no ano passado por um pequeno grupo de pessoas, a iniciativa Limpar Portugal transformou-se numa das maiores mobilizações colectivas em torno de uma causa ambiental no país. Dezenas de autarquias, empresas e outras instituições associaram-se à campanha, na qual mais de 100 mil pessoas recolheram pelo menos 50 mil toneladas de lixo um pouco por todo o país. O projecto foi apadrinhado pelo Presidente da República, que depois o mencionou no discurso do Dia de Portugal, a 10 de Junho. Cavaco Silva, ele próprio, juntou-se aos voluntários. A ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, outros governantes, autarcas, empresários, artistas também puseram mãos à obra. A campanha foi recentemente galardoada com o prémio Green Project Awards 2010.

Todo o trabalho foi organizado com uma estrutura informal, sem estatutos e sem dinheiro. Os apoios foram em espécie ou em serviços. O mesmo modelo será seguido este ano. Paulo Torres acredita até que, com a experiência obtida no ano passado, será necessário ainda menos coordenação. “Vai ser ainda mais amador do que no ano passado”, ironiza.

Em Braga, segundo Paulo Torres, algumas lixeiras eliminadas no ano passado voltaram a florescer e terão de ser novamente limpas. Mas, no cômputo geral, a iniciativa alertou as autoridades para situações que estavam a ser negligenciadas. “O lixo que temos em Braga agora não tem comparação com o que havia no ano passado”, diz Paulo Torres.»
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Fonte: Jornal Público - Ecoesfera - dia 05.01.2011 (http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1473732)
Ricardo Garcia

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Síntese da comemoração do 7.º aniversário

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No passado dia 23 de Janeiro de 2011, Os Amigos do Forte comemoraram o seu 7.º aniversário. Apesar do intenso frio e vento que se fizeram sentir, as duas dezenas de “amigos” que marcaram presença na comemoração desta efeméride e aproveitaram para participar no programa por nós delineado não se fizeram rogados, com determinação e entusiasmo venceram as adversidades que o clima resolveu colocar.

Pouco passava das 9 horas e 30 minutos quando no interior do recém-inaugurado Centro Interpretativo para as Linhas de Torres do nosso concelho, localizado no interior do reduto n.º 38 (Forte da Casa), o técnico do museu municipal, Dr. Paulo Silva, deu inicio a uma interessante e pormenorizada alocução sobre a 3.ª Invasão Francesa, os pormenores de edificação das linhas, a vida à época e alguns interessantes episódios e estórias que atravessaram os tempos.

Após assistirmos a uma projecção vídeo que detalha a localização e função dos principais redutos, assim como dá uma panorâmica global das linhas, foi a vez de fazer uma visita acompanhada ao reduto n.º 38. Terminada a visita, daqui se partiu em autocarro para o núcleo da Serra da Aguieira (redutos n.ºs 40, 41 e 42). Percorridos os cerca de 1000m que separam a estrada nacional da elevação onde se encontram os fortes, com um enquadramento idílico, dada extensa e rica paisagem que ali se consegue observar, conseguimos também ter uma nítida noção no terreno da forma como se estendia e organizava a 2.ª linha (começava junto ao Rio Tejo no Forte da Casa e depois se estendia por Bucelas, Montachique até à zona de Mafra), bem como se avistaram alguns redutos da 1.º linha.

Depois de uma palestra rápida, dado o intenso vento, cumprido o percurso de regresso ao autocarro houve ainda tempo para visitar a exposição “A Escola no Estado Novo”, no núcleo museológico de Alverca, terminando a manhã com um almoço comemorativo, no qual tivemos o prazer de contar com os responsáveis dos órgão sociais da nossa associação (Manuel Marina e António Isidoro), e fizeram também questão de se associar a esta iniciativa o Senhor Vereador João de Carvalho e o Coronel José Geraldes.

Agradecemos a todos os associados e cidadãos a presença, assim como à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira ao garantir a presença do especialista que nos acompanhou, ficando o compromisso de multiplicar estas primaveras e iniciativas por muitas mais.

Em tempo: prometemos disponilizar nas próximos dias algumas fotografias deste dia.

Microsoft oferece software de "transparência" ao governo


Excelente novidade. Aguardemos pela confirmação no terreno, no entanto não podemos deixar de referir que são boas notícias em prol da transparência e informação ao cidadão.

«Milhares de sites do governo podem disponibilizar dados estatísticos em três semanas.

Sérgio Martinho, responsável pela área de segurança da Microsoft Portugal, e Francesca Di Massimo, responsável europeia pela iniciativa Open Government da Microsoft, estão hoje reunidos "com as elites governativas portuguesas" para apresentar um software que agrega e publica milhares de dados de todos os órgãos públicos gratuitamente.

O objectivo é, num prazo de duas a três semanas, milhares de websites de autarquias, empresas, câmaras municipais, ministérios e outros órgãos públicos, terem toda a informação simples e acessível a qualquer cidadão. "Há dados que são públicos e não estão acessíveis às pessoas. O objectivo é abrir todos esses dados, sem nunca identificar ninguém", sublinha Sérgio Martinho. A plataforma e a estrutura já estão prontas, falta apenas o OK do governo.

O Open Government Data Initiative (OGDI) começou a ser aplicado na maioria dos países da União Europeia no início de Janeiro, com aprovação da Comissão Europeia. "A CE está muito interessada no conceito, porque os estados-membros são agora obrigados, por lei, a publicar a informação", diz ao i Francesca Di Massimo. Aproveitando a crise económica em toda Europa, a Microsoft oferece o software aos governos, com a contrapartida de passarem a "utilizar o sistema cloud computing".

A gigante norte-americana quer garantir a expansão do software (cloud computing) da Microsoft. E caso o governo português siga o ritmo dos restantes executivos europeus, passa a gravar e armazenar dados públicos dos cidadãos na "nuvem" controlada pela Microsoft, através da "plataforma Windows Azure". "Entramos todos num ecossistema", observa Di Massimo, responsável europeia da Microsoft pelo programa OGDI.

A nível de segurança, Sérgio Martinho, garante que "o software comporta nove medidas específicas de segurança", que muito dificilmente podem ser infiltradas.»

Fonte: Jornal i, por Cláudia Garcia, publicado em 27 de Janeiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Comemoração do 7.º Aniversário e Novo Ano


Simbolicamente o início do ano é de balanço e de projecção de um novo ano de trabalho. Contudo face ao contexto social, económico e financeiro actual, e concretamente no que concerne à vida da nossa associação, estes dois anos (2010 e 2011) representam um pouco mais do que isso, pois são anos fundamentais na sua já assinalável existência (comemora no dia 17 de Janeiro de 2011 o 7.º aniversário) e na história da freguesia do Forte da Casa.

Se o ano 2011 é o da comemoração dessa efemeridade, o ano 2010 será recordado como o da recuperação (ainda que parcial) do reduto n.º 38 – pertencente à 2.ª linha defensiva de torres – que dá nome à vila e lhe confere identidade. Paralelamente, foi o ano da inauguração do único centro interpretativo a instalar em todo concelho sobre este tema e dos poucos existentes no país. Estas inaugurações representam o culminar de um combate que esteve na génese deste movimento e que há partida era dado como perdido, tal era o desinteresse e a relutância que os responsáveis autárquicos lhe atribuíam, e tão fortes eram os interesses contrários à preservação/valorização deste património.

Esta associação tem vindo a fazer o seu caminho, tem evoluído, alargado o seu campo de influência, de tal forma que hoje já não pode apenas ser conhecida como “os amigos dos fortes” (como determinados responsáveis políticos jocosamente a conotavam publicamente). Se é verdade que esse era o seu grande objectivo, a salvaguarda, preservação e promoção do património histórico ligado à 3.ª Invasão Francesa, não é menos verdade que desenvolveu desde o inicio trabalho noutras áreas: caso das preocupações urbanísticas ao nível da 3.ª e 4.ª fase (processo também ele travado); ao nível da mobilidade/transportes (ex: viaduto dos Caniços); e ambientais (ex: ribeira dos Caniços). Esta diversificação intensificou-se nos últimos dois anos.

Este é um trabalho que dá prazer a quem nele está envolvido. Um trabalho difícil, mas que requer continuidade e uma dedicação ainda maior e de mais elementos, daí que até ao fecho do triénio compreendido entre 2010 e 2013, a associação pretenda continuar a crescer em termos de massa crítica e, com base nesse crescimento, alargar ainda mais a sua capacidade de intervenção, o seu peso na defesa dos interesses da comunidade e de promoção da cidadania. Consolidando para tanto a sua própria estrutura e a sua actividade no sentido dos desafios que a maturidade lhe coloca, num ambiente externo turbulento e de crise que o país atravessa e atravessará no futuro próximo.

Após a fundação do blogue da associação no ano 2008, que até há data tem tipo um duplo papel, o de fórum de discussão, troca aberta de ideias e, por outro lado, de divulgação da actividade da associação e dos acontecimentos centrais que assolam a comunidade (papel normalmente reservado a um sítio electrónico), estão agora reunidas as condições para concretizar um projecto fundamental para o cumprimento da sua missão, concretização dos seus objectivos e projecção futura: será colocado on-line o sítio electrónico da associação (http://amigosdoforte.org/) no dia em que se comemora o seu 7.º aniversário.

Desejamos, apesar das dificuldades que nos reserva o ano corrente, que Os Amigos do Forte contribuam para a transformação das ameaças em oportunidades, e que as forças sejam capazes de nos mover activamente e de converter as fraquezas em energia positiva. Nesta matéria, a cidadania e a actividade cívica em especial têm quanto a nós um papel fundamental numa resposta que se quer determinada e conjunta às adversidades (agora acrescidas e de consequências ainda desconhecidas).

Daquilo que depender de nós, estaremos dentro de um ano noutro contexto e a trabalhar com base noutros horizontes, melhores do que aqueles que por ora se vislumbram.

domingo, 16 de janeiro de 2011

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Itália proíbe sacos de plástico para compras a partir de 1 de Janeiro


«Os sacos de plástico serão banidos das lojas e supermercados italianos a partir de 1 de Janeiro, uma medida pioneira num país que consome um quarto dos cem mil milhões de sacos gastos anualmente na Europa.

Cada italiano usa anualmente mais de 330 sacos de plástico, a maioria importados de países asiáticos como a China, Tailândia e Malásia. Este número já valeu à Itália um dos lugares cimeiros na lista europeia dos maiores consumidores de sacos de plástico. De acordo com os ambientalistas, são necessários pelo menos 200 anos até um saco de plástico se decompor.

Mas a partir de 1 de Janeiro, esta dependência passa a ser mais sustentável, com a aposta nos sacos biodegradáveis ou em papel, através de uma campanha de sensibilização promovida pelo Governo e empresas de distribuição. A medida foi confirmada pelo Conselho de Ministros italiano.

“Esta é uma grande inovação que marca um passo em frente fundamental na luta contra a poluição e que nos torna mais responsáveis em matéria de reciclagem”, comentou a ministra do Ambiente Stefania Prestigiacomo, citada pela agência AFP.


As organizações de defesa do Ambiente, que na verdade esperavam um adiamento da aplicação da proibição, saudaram a decisão governamental. A indústria dos plásticos ainda exerceu pressão junto das autoridades para adiar a entrada em vigor da nova regulamentação.

Outros países europeus experimentam soluções para reduzir o uso de sacos de plástico. A 15 de Dezembro, o Parlamento português aprovou um projecto de lei do PSD que estabelece uma redução de 90 por cento no fornecimento de sacos nos supermercados até 2016, e um outro do PS para aplicar um "sistema de desconto mínimo" no valor de pelo menos cinco cêntimos por cada cinco euros de compras a quem prescinda totalmente dos sacos de plástico fornecidos gratuitamente pela superfície comercial. Foi rejeitado um projecto de resolução do BE para interdição em 2015 do uso de sacos de plástico nas "grandes superfícies comerciais", excluindo os biodegradáveis.»


Fonte: 30.12.2010 PÚBLICO - Ecoesfera