Conforme prometido, deixamos aqui algumas fotos da visita ao Centro Interpretativo do Forte da Casa e núcleo de obras militares da Serra da Aguieira, enquadradas na comemoração do 7.º aniversário da nossa associação.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Fotos do 7.º Aniversário d'Os Amigos do Forte
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Conforme prometido, deixamos aqui algumas fotos da visita ao Centro Interpretativo do Forte da Casa e núcleo de obras militares da Serra da Aguieira, enquadradas na comemoração do 7.º aniversário da nossa associação.











Conforme prometido, deixamos aqui algumas fotos da visita ao Centro Interpretativo do Forte da Casa e núcleo de obras militares da Serra da Aguieira, enquadradas na comemoração do 7.º aniversário da nossa associação.
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Aniversários
terça-feira, 15 de março de 2011
Apresentação de Livro: "As Invasões Francesas"
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Será lançado no próximo dia 17 de Março, quinta-feira, pelas 18 horas, no Salão Nobre do Palácio da Independência (localizado no Largo de São Domingos em Lisboa), o livro "As Invasões Francesas - Desde a Ida da Família Real para o Brasil às Linhas de Torres (1807-1811)".
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Este livro é da autoria do Coronel José Geraldo, um esclarecido, apaixonado e dedicado investigador/promotor das matérias que dizem respeito às Invasões Francesas, recém associado da nossa associação que, se bem estão lembrados, nos deu a honra da sua presença e enriquecedora palestra no âmbito da comemoração do 6.º aniversário da associação.
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Um lançamento e livro certamente a não perder.
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Linhas Defensivas de Torres
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Assembleia Municipal (dia 22 de Fevereiro)
Decorrerá no próximo dia 22 de Fevereiro de 2011, pelas 18 horas, no Auditório do Centro Paroquial João Paulo II em Alverca, a primeira assembleia municipal ordinária do corrente ano.
Acompanhe e intervenha sobre os temas em agenda (veja aqui a ordem de trabalhos) ou aproveite para colocar questões nesta sede.
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Vila Franca de Xira (concelho)
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Concurso de Ideias Para Ponte Pedonal: Projecto Vencedor
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Conforme escrevemos há 4 meses atrás neste blogue (leia aqui a notícia publicada), foi desencadeado pela CMVFX e a Universidade Lusíada um concurso de ideias tendo em vista a projecção de uma passagem superior pedonal que ligue o Forte da Casa à zona ribeirinha.
Foram apresentadas diversas candidaturas, mas o júri acabou por considerar vencedor o projecto concebido pelos alunos Tiago Venda Morgado e Inês Malvar Matos de Sá, orientados pelos
docentes Mestre Arqt.ª Florbela da Silva Gomes Ferreira e Eng. António Manuel Lopes da Costa Nunes Fonseca - vide imagem lateral desse projecto e clique aqui para ver imagens de outros projectos.
Foram apresentadas diversas candidaturas, mas o júri acabou por considerar vencedor o projecto concebido pelos alunos Tiago Venda Morgado e Inês Malvar Matos de Sá, orientados pelos
docentes Mestre Arqt.ª Florbela da Silva Gomes Ferreira e Eng. António Manuel Lopes da Costa Nunes Fonseca - vide imagem lateral desse projecto e clique aqui para ver imagens de outros projectos.De acordo com a calendarização, segue-se agora uma fase de exposição de todos os trabalhos durante o mês de Fevereiro na CMVFX (a confirmar, daremos nota de mais pormenores) e durante o mês de Março na Universidade Lusíada.
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Nos termos do regulamento de concurso, "a Fundação Minerva convidará os professores que acompanharem a equipa vencedora, no sentido destes poderem vir a ser responsáveis pelo projecto de execução nos termos do Protocolo e da Adenda subscritos entre esta e a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.
Nos termos do regulamento de concurso, "a Fundação Minerva convidará os professores que acompanharem a equipa vencedora, no sentido destes poderem vir a ser responsáveis pelo projecto de execução nos termos do Protocolo e da Adenda subscritos entre esta e a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.
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Logo que possível, traremos novidades sobre este assunto.
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Forte da Casa,
Requalificação Ribeirinha
A Sua Voz na Europa
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A Comissão Europeia dá voz ao cidadão europeu, num sítio especialmente dedicado ao tema: A sua voz na Europa.
A Comissão Europeia dá voz ao cidadão europeu, num sítio especialmente dedicado ao tema: A sua voz na Europa.
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Governança
Campanha Limpar Portugal vai ser reeditada este ano
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«No ano passado, mais de 100 mil pessoas limparam o país, de Norte a Sul, num só dia, 20 de Março. Por que não 200 mil em 2011? É este o repto que o núcleo dinamizador da campanha Limpar Portugal está agora a lançar aos portugueses.
O primeiro passo já foi dado pelo núcleo da campanha em Braga, que lançou o ontem o desafio através da Internet e de redes sociais. O dia escolhido este ano é 19 de Março. Em Braga, voluntários vão limpar os bosques do concelho. Não irão fazer o mesmo trabalho que no ano passado, quando grande parte do esforço foi dirigido para remover entulhos. “Não continuaremos a fazer o serviço que cabe às autoridades fazer”, afirma Paulo Pimentel Torres, um dos líderes da campanha. Este ano, será uma actividade “soft e educativa”, concentrada nos plásticos, vidros, colchões, móveis e outros objectos que continuam a ser abandonados um pouco por todo o lado.
O chamamento dos organizadores é descomprometido. Eles vão limpar o seu concelho. “Desafia-se outros a que o também façam na sua terra. Quem sabe se afinal iremos 200.000”, lê-se na mensagem que está a ser enviada a milhares de portugueses.
“É mais um repto do que uma organização”, explica Paulo Torres. “As pessoas, localmente, já sabem como fazer”. No concelho de Arouca, já há adesões.
Lançada no ano passado por um pequeno grupo de pessoas, a iniciativa Limpar Portugal transformou-se numa das maiores mobilizações colectivas em torno de uma causa ambiental no país. Dezenas de autarquias, empresas e outras instituições associaram-se à campanha, na qual mais de 100 mil pessoas recolheram pelo menos 50 mil toneladas de lixo um pouco por todo o país. O projecto foi apadrinhado pelo Presidente da República, que depois o mencionou no discurso do Dia de Portugal, a 10 de Junho. Cavaco Silva, ele próprio, juntou-se aos voluntários. A ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, outros governantes, autarcas, empresários, artistas também puseram mãos à obra. A campanha foi recentemente galardoada com o prémio Green Project Awards 2010.
Todo o trabalho foi organizado com uma estrutura informal, sem estatutos e sem dinheiro. Os apoios foram em espécie ou em serviços. O mesmo modelo será seguido este ano. Paulo Torres acredita até que, com a experiência obtida no ano passado, será necessário ainda menos coordenação. “Vai ser ainda mais amador do que no ano passado”, ironiza.
Em Braga, segundo Paulo Torres, algumas lixeiras eliminadas no ano passado voltaram a florescer e terão de ser novamente limpas. Mas, no cômputo geral, a iniciativa alertou as autoridades para situações que estavam a ser negligenciadas. “O lixo que temos em Braga agora não tem comparação com o que havia no ano passado”, diz Paulo Torres.»
O primeiro passo já foi dado pelo núcleo da campanha em Braga, que lançou o ontem o desafio através da Internet e de redes sociais. O dia escolhido este ano é 19 de Março. Em Braga, voluntários vão limpar os bosques do concelho. Não irão fazer o mesmo trabalho que no ano passado, quando grande parte do esforço foi dirigido para remover entulhos. “Não continuaremos a fazer o serviço que cabe às autoridades fazer”, afirma Paulo Pimentel Torres, um dos líderes da campanha. Este ano, será uma actividade “soft e educativa”, concentrada nos plásticos, vidros, colchões, móveis e outros objectos que continuam a ser abandonados um pouco por todo o lado.
O chamamento dos organizadores é descomprometido. Eles vão limpar o seu concelho. “Desafia-se outros a que o também façam na sua terra. Quem sabe se afinal iremos 200.000”, lê-se na mensagem que está a ser enviada a milhares de portugueses.
“É mais um repto do que uma organização”, explica Paulo Torres. “As pessoas, localmente, já sabem como fazer”. No concelho de Arouca, já há adesões.
Lançada no ano passado por um pequeno grupo de pessoas, a iniciativa Limpar Portugal transformou-se numa das maiores mobilizações colectivas em torno de uma causa ambiental no país. Dezenas de autarquias, empresas e outras instituições associaram-se à campanha, na qual mais de 100 mil pessoas recolheram pelo menos 50 mil toneladas de lixo um pouco por todo o país. O projecto foi apadrinhado pelo Presidente da República, que depois o mencionou no discurso do Dia de Portugal, a 10 de Junho. Cavaco Silva, ele próprio, juntou-se aos voluntários. A ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, outros governantes, autarcas, empresários, artistas também puseram mãos à obra. A campanha foi recentemente galardoada com o prémio Green Project Awards 2010.
Todo o trabalho foi organizado com uma estrutura informal, sem estatutos e sem dinheiro. Os apoios foram em espécie ou em serviços. O mesmo modelo será seguido este ano. Paulo Torres acredita até que, com a experiência obtida no ano passado, será necessário ainda menos coordenação. “Vai ser ainda mais amador do que no ano passado”, ironiza.
Em Braga, segundo Paulo Torres, algumas lixeiras eliminadas no ano passado voltaram a florescer e terão de ser novamente limpas. Mas, no cômputo geral, a iniciativa alertou as autoridades para situações que estavam a ser negligenciadas. “O lixo que temos em Braga agora não tem comparação com o que havia no ano passado”, diz Paulo Torres.»
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Fonte: Jornal Público - Ecoesfera - dia 05.01.2011 (http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1473732)
Ricardo Garcia
Ricardo Garcia
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Síntese da comemoração do 7.º aniversário
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No passado dia 23 de Janeiro de 2011, Os Amigos do Forte comemoraram o seu 7.º aniversário. Apesar do intenso frio e vento que se fizeram sentir, as duas dezenas de “amigos” que marcaram presença na comemoração desta efeméride e aproveitaram para participar no programa por nós delineado não se fizeram rogados, com determinação e entusiasmo venceram as adversidades que o clima resolveu colocar.
Pouco passava das 9 horas e 30 minutos quando no interior do recém-inaugurado Centro Interpretativo para as Linhas de Torres do nosso concelho, localizado no interior do reduto n.º 38 (Forte da Casa), o técnico do museu municipal, Dr. Paulo Silva, deu inicio a uma interessante e pormenorizada alocução sobre a 3.ª Invasão Francesa, os pormenores de edificação das linhas, a vida à época e alguns interessantes episódios e estórias que atravessaram os tempos.
Após assistirmos a uma projecção vídeo que detalha a localização e função dos principais redutos, assim como dá uma panorâmica global das linhas, foi a vez de fazer uma visita acompanhada ao reduto n.º 38. Terminada a visita, daqui se partiu em autocarro para o núcleo da Serra da Aguieira (redutos n.ºs 40, 41 e 42). Percorridos os cerca de 1000m que separam a estrada nacional da elevação onde se encontram os fortes, com um enquadramento idílico, dada extensa e rica paisagem que ali se consegue observar, conseguimos também ter uma nítida noção no terreno da forma como se estendia e organizava a 2.ª linha (começava junto ao Rio Tejo no Forte da Casa e depois se estendia por Bucelas, Montachique até à zona de Mafra), bem como se avistaram alguns redutos da 1.º linha.
Depois de uma palestra rápida, dado o intenso vento, cumprido o percurso de regresso ao autocarro houve ainda tempo para visitar a exposição “A Escola no Estado Novo”, no núcleo museológico de Alverca, terminando a manhã com um almoço comemorativo, no qual tivemos o prazer de contar com os responsáveis dos órgão sociais da nossa associação (Manuel Marina e António Isidoro), e fizeram também questão de se associar a esta iniciativa o Senhor Vereador João de Carvalho e o Coronel José Geraldes.
Agradecemos a todos os associados e cidadãos a presença, assim como à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira ao garantir a presença do especialista que nos acompanhou, ficando o compromisso de multiplicar estas primaveras e iniciativas por muitas mais.
Em tempo: prometemos disponilizar nas próximos dias algumas fotografias deste dia.
No passado dia 23 de Janeiro de 2011, Os Amigos do Forte comemoraram o seu 7.º aniversário. Apesar do intenso frio e vento que se fizeram sentir, as duas dezenas de “amigos” que marcaram presença na comemoração desta efeméride e aproveitaram para participar no programa por nós delineado não se fizeram rogados, com determinação e entusiasmo venceram as adversidades que o clima resolveu colocar.
Pouco passava das 9 horas e 30 minutos quando no interior do recém-inaugurado Centro Interpretativo para as Linhas de Torres do nosso concelho, localizado no interior do reduto n.º 38 (Forte da Casa), o técnico do museu municipal, Dr. Paulo Silva, deu inicio a uma interessante e pormenorizada alocução sobre a 3.ª Invasão Francesa, os pormenores de edificação das linhas, a vida à época e alguns interessantes episódios e estórias que atravessaram os tempos.
Após assistirmos a uma projecção vídeo que detalha a localização e função dos principais redutos, assim como dá uma panorâmica global das linhas, foi a vez de fazer uma visita acompanhada ao reduto n.º 38. Terminada a visita, daqui se partiu em autocarro para o núcleo da Serra da Aguieira (redutos n.ºs 40, 41 e 42). Percorridos os cerca de 1000m que separam a estrada nacional da elevação onde se encontram os fortes, com um enquadramento idílico, dada extensa e rica paisagem que ali se consegue observar, conseguimos também ter uma nítida noção no terreno da forma como se estendia e organizava a 2.ª linha (começava junto ao Rio Tejo no Forte da Casa e depois se estendia por Bucelas, Montachique até à zona de Mafra), bem como se avistaram alguns redutos da 1.º linha.
Depois de uma palestra rápida, dado o intenso vento, cumprido o percurso de regresso ao autocarro houve ainda tempo para visitar a exposição “A Escola no Estado Novo”, no núcleo museológico de Alverca, terminando a manhã com um almoço comemorativo, no qual tivemos o prazer de contar com os responsáveis dos órgão sociais da nossa associação (Manuel Marina e António Isidoro), e fizeram também questão de se associar a esta iniciativa o Senhor Vereador João de Carvalho e o Coronel José Geraldes.
Agradecemos a todos os associados e cidadãos a presença, assim como à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira ao garantir a presença do especialista que nos acompanhou, ficando o compromisso de multiplicar estas primaveras e iniciativas por muitas mais.
Em tempo: prometemos disponilizar nas próximos dias algumas fotografias deste dia.
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Aniversários
Microsoft oferece software de "transparência" ao governo
Excelente novidade. Aguardemos pela confirmação no terreno, no entanto não podemos deixar de referir que são boas notícias em prol da transparência e informação ao cidadão.
«Milhares de sites do governo podem disponibilizar dados estatísticos em três semanas.
Sérgio Martinho, responsável pela área de segurança da Microsoft Portugal, e Francesca Di Massimo, responsável europeia pela iniciativa Open Government da Microsoft, estão hoje reunidos "com as elites governativas portuguesas" para apresentar um software que agrega e publica milhares de dados de todos os órgãos públicos gratuitamente.
O objectivo é, num prazo de duas a três semanas, milhares de websites de autarquias, empresas, câmaras municipais, ministérios e outros órgãos públicos, terem toda a informação simples e acessível a qualquer cidadão. "Há dados que são públicos e não estão acessíveis às pessoas. O objectivo é abrir todos esses dados, sem nunca identificar ninguém", sublinha Sérgio Martinho. A plataforma e a estrutura já estão prontas, falta apenas o OK do governo.
O Open Government Data Initiative (OGDI) começou a ser aplicado na maioria dos países da União Europeia no início de Janeiro, com aprovação da Comissão Europeia. "A CE está muito interessada no conceito, porque os estados-membros são agora obrigados, por lei, a publicar a informação", diz ao i Francesca Di Massimo. Aproveitando a crise económica em toda Europa, a Microsoft oferece o software aos governos, com a contrapartida de passarem a "utilizar o sistema cloud computing".
A gigante norte-americana quer garantir a expansão do software (cloud computing) da Microsoft. E caso o governo português siga o ritmo dos restantes executivos europeus, passa a gravar e armazenar dados públicos dos cidadãos na "nuvem" controlada pela Microsoft, através da "plataforma Windows Azure". "Entramos todos num ecossistema", observa Di Massimo, responsável europeia da Microsoft pelo programa OGDI.
A nível de segurança, Sérgio Martinho, garante que "o software comporta nove medidas específicas de segurança", que muito dificilmente podem ser infiltradas.»
Fonte: Jornal i, por Cláudia Garcia, publicado em 27 de Janeiro de 2011
«Milhares de sites do governo podem disponibilizar dados estatísticos em três semanas.
Sérgio Martinho, responsável pela área de segurança da Microsoft Portugal, e Francesca Di Massimo, responsável europeia pela iniciativa Open Government da Microsoft, estão hoje reunidos "com as elites governativas portuguesas" para apresentar um software que agrega e publica milhares de dados de todos os órgãos públicos gratuitamente.
O objectivo é, num prazo de duas a três semanas, milhares de websites de autarquias, empresas, câmaras municipais, ministérios e outros órgãos públicos, terem toda a informação simples e acessível a qualquer cidadão. "Há dados que são públicos e não estão acessíveis às pessoas. O objectivo é abrir todos esses dados, sem nunca identificar ninguém", sublinha Sérgio Martinho. A plataforma e a estrutura já estão prontas, falta apenas o OK do governo.
O Open Government Data Initiative (OGDI) começou a ser aplicado na maioria dos países da União Europeia no início de Janeiro, com aprovação da Comissão Europeia. "A CE está muito interessada no conceito, porque os estados-membros são agora obrigados, por lei, a publicar a informação", diz ao i Francesca Di Massimo. Aproveitando a crise económica em toda Europa, a Microsoft oferece o software aos governos, com a contrapartida de passarem a "utilizar o sistema cloud computing".
A gigante norte-americana quer garantir a expansão do software (cloud computing) da Microsoft. E caso o governo português siga o ritmo dos restantes executivos europeus, passa a gravar e armazenar dados públicos dos cidadãos na "nuvem" controlada pela Microsoft, através da "plataforma Windows Azure". "Entramos todos num ecossistema", observa Di Massimo, responsável europeia da Microsoft pelo programa OGDI.
A nível de segurança, Sérgio Martinho, garante que "o software comporta nove medidas específicas de segurança", que muito dificilmente podem ser infiltradas.»
Fonte: Jornal i, por Cláudia Garcia, publicado em 27 de Janeiro de 2011
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Governança
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Comemoração do 7.º Aniversário e Novo Ano
Simbolicamente o início do ano é de balanço e de projecção de um novo ano de trabalho. Contudo face ao contexto social, económico e financeiro actual, e concretamente no que concerne à vida da nossa associação, estes dois anos (2010 e 2011) representam um pouco mais do que isso, pois são anos fundamentais na sua já assinalável existência (comemora no dia 17 de Janeiro de 2011 o 7.º aniversário) e na história da freguesia do Forte da Casa.
Se o ano 2011 é o da comemoração dessa efemeridade, o ano 2010 será recordado como o da recuperação (ainda que parcial) do reduto n.º 38 – pertencente à 2.ª linha defensiva de torres – que dá nome à vila e lhe confere identidade. Paralelamente, foi o ano da inauguração do único centro interpretativo a instalar em todo concelho sobre este tema e dos poucos existentes no país. Estas inaugurações representam o culminar de um combate que esteve na génese deste movimento e que há partida era dado como perdido, tal era o desinteresse e a relutância que os responsáveis autárquicos lhe atribuíam, e tão fortes eram os interesses contrários à preservação/valorização deste património.
Esta associação tem vindo a fazer o seu caminho, tem evoluído, alargado o seu campo de influência, de tal forma que hoje já não pode apenas ser conhecida como “os amigos dos fortes” (como determinados responsáveis políticos jocosamente a conotavam publicamente). Se é verdade que esse era o seu grande objectivo, a salvaguarda, preservação e promoção do património histórico ligado à 3.ª Invasão Francesa, não é menos verdade que desenvolveu desde o inicio trabalho noutras áreas: caso das preocupações urbanísticas ao nível da 3.ª e 4.ª fase (processo também ele travado); ao nível da mobilidade/transportes (ex: viaduto dos Caniços); e ambientais (ex: ribeira dos Caniços). Esta diversificação intensificou-se nos últimos dois anos.
Este é um trabalho que dá prazer a quem nele está envolvido. Um trabalho difícil, mas que requer continuidade e uma dedicação ainda maior e de mais elementos, daí que até ao fecho do triénio compreendido entre 2010 e 2013, a associação pretenda continuar a crescer em termos de massa crítica e, com base nesse crescimento, alargar ainda mais a sua capacidade de intervenção, o seu peso na defesa dos interesses da comunidade e de promoção da cidadania. Consolidando para tanto a sua própria estrutura e a sua actividade no sentido dos desafios que a maturidade lhe coloca, num ambiente externo turbulento e de crise que o país atravessa e atravessará no futuro próximo.
Após a fundação do blogue da associação no ano 2008, que até há data tem tipo um duplo papel, o de fórum de discussão, troca aberta de ideias e, por outro lado, de divulgação da actividade da associação e dos acontecimentos centrais que assolam a comunidade (papel normalmente reservado a um sítio electrónico), estão agora reunidas as condições para concretizar um projecto fundamental para o cumprimento da sua missão, concretização dos seus objectivos e projecção futura: será colocado on-line o sítio electrónico da associação (http://amigosdoforte.org/) no dia em que se comemora o seu 7.º aniversário.
Desejamos, apesar das dificuldades que nos reserva o ano corrente, que Os Amigos do Forte contribuam para a transformação das ameaças em oportunidades, e que as forças sejam capazes de nos mover activamente e de converter as fraquezas em energia positiva. Nesta matéria, a cidadania e a actividade cívica em especial têm quanto a nós um papel fundamental numa resposta que se quer determinada e conjunta às adversidades (agora acrescidas e de consequências ainda desconhecidas).
Daquilo que depender de nós, estaremos dentro de um ano noutro contexto e a trabalhar com base noutros horizontes, melhores do que aqueles que por ora se vislumbram.
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Aniversários
domingo, 16 de janeiro de 2011
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