terça-feira, 12 de julho de 2011

Foto-Reportagem - O Forte da Casa das viaturas abandonadas


Foto-Reportagem - Mobilidade no Forte da Casa













































Alguns dos problemas identificados no passado mantém-se por resolver. Passeios altos e sem rampas para pessoas como mobilidade reduzida; buracos na via (e até nas passadeiras); passadeiras elevadas que causam transtorno a peões e automóveis pela sua deficiente concepção e manutenção; inúmeros obstáculos inundam os passeios (corredores supostamente privilegiados para os peões) a começar pelos caixotes do lixo e de reciclagem, já para não falar nas viaturas que os reservam para si (se por um lado os automobilistas continuam a não respeitar os peões, por outro lado, as autoridades como é o caso da piscina do Forte continua a não criar estacionamento suficiente para uma resposta mínima às necessidades percebidas).

Foto-Reportagem Forte da Casa - Introdução

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Há semelhança do escrevíamos há dois anos atrás neste mesmo fórum, "um dos papeis da cidadania, que se quer activa e participativa passa, entre outros, pela denúncia e pela comunicação dos problemas que afectam negativamente a dia-a-dia da comunidade, [logo] Os Amigos do Forte não poderiam deixar de aproveitar esta ferramenta/meio para, com recurso à imagem fotográfica, cumprir essa missão".

Nesta matéria, pelo sucesso da nossa primeira acção deste tipo, que não só levou à sensibilização e resolução de alguns problemas, como levou a que alguns dos temas fotografados fossem objecto de discussão demorada na assembleia de freguesia que se lhe seguiu, colocando assim os eleitos a discutir estes temas, e bem assim por ser uma acção que nos leva a revisitar a máxima de que "uma imagem vale mais do que mil palavras", "Os Amigos do Forte" acharam por bem repeti-la e levá-la novamente ao conhecimento da população e dos responsáveis autárquicos locais.

Esperamos com esta atitude contribuir construtivamente para resolução dos problemas identificados, não raras vezes de fácil e rápida resolução, com custo pouco significativos mas de invulgar sentido prático e útil para o dia-a-dia dos cidadãos.

Após um pequeno périplo pela freguesia do Forte da Casa saltaram à vista inúmeros motivos de "reportagem". para além dos nos propomos apresentar, muitas outras imagens poderiam ter sido transportadas até aqui, trazemos todavia aquelas que nos parece mais importantes de destacar e que encaixam nalgumas das áreas mais problemáticas na nossa vila, como sejam a questão da mobilidade ou do espaço público. Nos posts que se seguem iremos apresentar blocos de imagens que são exemplos dos maus exemplos nessas áreas-chave.

domingo, 10 de julho de 2011

Mafra - Centro interpretativo e circuito criados para promover Linhas de Torres

13432A Câmara de Mafra inaugurou o Centro Interpretativo das Linhas de Torres e um circuito de visitação para levar os turistas a conhecerem o conjunto de fortificações construídas há 200 anos para defender Lisboa das tropas francesas.
O centro interpretativo, a ser inaugurado no claustro sul do Palácio Nacional de Mafra junto ao Turismo, é dedicado às forças militares em presença que há 200 anos usaram o palácio como quartel-general, explicou à agência Saldanha Lopes, assessor para a Cultura da autarquia
No centro, os visitantes podem encontrar um conjunto de painéis explicativos sobre os generais que comandaram os vários exércitos, a história do palácio durante o período da ocupação francesa e as características das forças militares.
No mesmo espaço, a autarquia estreia um filme sobre as memórias de Eusébio Gomes, um almoxarife que anotou diariamente tudo o que se passou nesse período das Guerras Peninsulares, que integra os conteúdos multimédia do centro.

ROTA HISTÓRICA DAS LINHAS DE TORRES
Num contexto em que chegam ao fim as intervenções no sentido de recuperar e valorizar o património da Rota Histórica das Linhas de Torres, abre ao público o último circuito de visitação que faltava.
Trata-se do Circuito da Malveira, integrado no Forte da Feira, um dos 43 fortes das Linhas de Torres localizados no concelho e que, após trabalhos arqueológicos de recuperação e valorização, é também inaugurado.
Luís Saldanha Lopes disse que os trabalhos arqueológicos permitiram pôr a descoberto pederneiras, um paiol em alvenaria com um sistema de drenagem de águas bastante evoluído e restos de madeiras, que terão pertencido aos estrados onde estavam assentes os canhões.
Durante o percurso, os visitantes encontram painéis informativos sobre a importância de cada um dos fortes integrados no circuito de visitação, um dos quatro existentes em Mafra pertencentes à Rota História das Linhas de Torres, a par dos circuitos da Enxara, da Carvoeira e de Mafra.
As Linhas de Torres designam o conjunto das 152 fortificações construídas nos concelhos de Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira sob a orientação do general inglês Wellington, comandante das tropas luso-britânicas no período das invasões francesas, para defender Lisboa das tropas napoleónicas.
O projeto intermunicipal foi financiado pelo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu.

Fonte: http://www.radioocidente.pt/noticia.asp?idEdicao=158&id=21130&idSeccao=1488&Action=noticia

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Município de Óbidos promove “Uma Visita às Linhas de Torres”

phpThumb_generated_thumbnailjpgO Município de Óbidos, em parceria com os Municípios de Vila Franca de Xira, Sobral de Monte Agraço e Lourinhã, e com a Associação de Defesa do Património do Concelho de Óbidos, irá realizar no próximo dia 16 de Julho (sábado), uma visita guiada às chamadas “Linhas de Torres” com o objectivo de assinalar o Bicentenário da 3.ª Invasão Francesa.

Pretende-se, com esta iniciativa, percorrer alguns pontos estratégicos, mais propriamente a construção do sistema defensivo a norte da cidade de Lisboa (Linhas de Torres), nomeadamente Alhandra, Vila Franca de Xira e Sobral de Monte Agraço e ao Centro de Interpretação da Batalha do Vimeiro.

Construídas entre 1809 e 1810, em relativo segredo, as três linhas defensivas, constituídas por um intricado sistema de fortes, redutos, estradas e baluartes, estendiam-se por mais de 80 km. Das linhas salienta-se 152 fortificações colocadas em locais estratégicos, guarnecidos por 354 peças de artilharia e 34 mil homens, que tornavam a passagem do invasor, uma tarefa praticamente impossível.

Estas linhas foram postas à prova no final de 1810, com a eficácia para a qual foram desenhadas. Os 65 mil franceses, enviados por Napoleão, para conquistar Lisboa, foram detidos na zona de Vila Franca de Xira e Sobral de Monte Agraço, perante um tão bem desenhado sistema defensivo que impossibilitava o avanço por qualquer via ou caminho para a capital. O sistema terá espantado o próprio Marechal Massena que ao ver tal muralha, terá exclamado: … que diable!!!.

Programa:

  • 09h00 – Partida de Óbidos (junto ao Posto de Turismo)
  • 10h00 – Chegada a Alhandra e visita ao Centro de Interpretação do “Forte da Casa”
  • 11h00 – Chegada a Vila Franca de Xira e Visita à Exposição “A Rota Histórica das Linhas de Torres”, com a presença do Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.
  • 13h00 – Almoço
  • 14h30 – Chegada ao Sobral de Monte Agraço e Visita ao “Forte Grande do Alqueidão”, principal reduto das Linhas de Torres e redutos do Alto Sizandro
  • 16h00 – Chegada ao Vimeiro e Visita ao Centro de Interpretação da Batalha do Vimeiro
  • 18h00 – Chegada a Óbidos

Preço do Almoço: €10,00

Os interessados poderão inscrever-se no Posto de Turismo da Vila de Óbidos (com o número de telefone: 262 959 231) ou no Arquivo Histórico Municipal de Óbidos (com o número de telefone: 262 955 500 – Extensão: 2341).

fonte: http://www.metronews.com.pt/2011/07/06/municipio-de-obidos-promove-%e2%80%9cuma-visita-as-linhas-de-torres%e2%80%9d/

quarta-feira, 29 de junho de 2011

"Rota Histórica das Linhas de Torres" Final

No dia 7 de Julho, a Câmara Municipal de Mafra assinala a conclusão do projecto municipal "Rota Histórica das Linhas de Torres" com a abertura ao público do Forte da Feira (Malveira) e a inauguração do Centro Interpretativo, localizado n634448865135156250o Claustro Sul do Palácio Nacional de Mafra.

Financiado pelo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu, o projecto desta Rota tem a participação dos municípios de Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira, que se constituíram na Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres.

Entre 2007 e 2011, foram desenvolvidos projectos de investigação histórica e arqueológica, a recuperação e valorização de obras militares, a construção de estruturas de apoio ao visitante, a par de acções de promoção turística e pedagógica.

Em Mafra foi possível estruturar um conjunto de circuitos de visita, representativos dos 42 fortes existentes no território concelhio: o Circuito da Enxara, o primeiro inaugurado em toda a Rota Histórica (2008), integrando os Fortes da Enxara e a Serra do Socorro; o Circuito da Carvoeira (2009), estruturado na notável obra do Forte do Zambujal, com uma arquitectura única nas Linhas; o Circuito de Mafra (2009-2011), com a valorização do Forte do Juncal e o Centro Interpretativo; e o Circuito da Malveira (2011), centrado no Forte da Feira.

Neste último poderá visitar uma fortificação em plena área urbana, representativa do grande conjunto de obras militares que foram construídas junto da Malveira e Venda do Pinheiro, verdadeiro "Nó das Linhas". Situa-se na "Rua do Forte", junto ao Estádio das Seixas, e o acesso encontra-se devidamente indicado por sinalética rodoviária. O extenso trabalho de arqueologia aqui desenvolvido permitiu pôr a descoberto estruturas complexas completamente ocultas. Destaca-se o paiol, estrutura subterrânea que foi escavada e reconstituída, sendo única em todas as Linhas.

Em Mafra, no Claustro Sul do Palácio Nacional, pode visitar o Centro Interpretativo, onde se reúne informação ao visitante sobre a História da Guerra Peninsular em Mafra e os principais pontos de visita. A área expositiva é complementada com a projecção de um filme denominado "Memórias de Eusébio Gomes (Mafra, 1807-1811)" no qual participaram cerca de 75 figurantes de Mafra, que integraram as Recriações Históricas de 2010.

Propomos que descubra o passado do Concelho de Mafra (e da Europa), associando-se ao programa que marca a conclusão da execução da "Rota Histórica das Linhas de Torres":

17H00 - Forte da Feira, Malveira

- Abertura ao público, na sequência dos trabalhos arqueológicos e de restauro;
- Animação histórica.

18H00 - Claustro Sul do Palácio Nacional de Mafra

- Inauguração do Centro Interpretativo de Mafra;
- Estreia do filme "Memórias de Eusébio Gomes (Mafra 1807-1811)"

fonte: http://www.ericeira.com/viewnews.aspx?newsid=4280

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Exposição "A Rota Histórica das Linhas de Torres"

 

16 de Junho a 16 de Outubro
Celeiro da Patriarcal, Vila Franca de Xira 2011061515293826308

A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira inaugurou no passado dia 16 de Junho, no Celeiro da Patriarcal, em Vila Franca de Xira, uma exposição dedicada à temática da Linhas de Torres. Esta incide na Rota Histórica das Linhas de Torres, num projeto implementado pelos Municípios de Vila Franca e Xira, Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras, com o objectivo de salvaguarda, recuperação e valorização daquele património, procurando que se concretize num produto turístico, cultural e arquitectónico.

Uma visita a esta mostra dará ao visitante uma verdadeira lição de História, uma vez que nela vai estar patente uma abordagem abrangente à temática, que vai estar estruturada em três partes: Enquadramento Histórico, Da Génese do Projeto à Rota e O Projeto da Rota Histórica (Projeto Intermunicipal e Projetos Municipais). Este evento apresenta uma contextualização da construção das linhas, bem como os acontecimentos históricos relacionados e ainda os aspectos essenciais que antecederam o projeto e as ações da Rota Histórica, ao nível da candidatura apresentada.

O projeto resulta de uma organização conjunta entre o Município, o Estado - Maior do Exército e os municípios parceiros da PILT (Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres) e vai estar patente até 16 de Outubro. A não perder.

CONTACTOS

Rua Luís de Camões nº 130
Vila Franca de Xira
Telefone: 263 271 155
Coordenadas:
38º 57’ 12,34" N
8º 9’ 22,12" W

Horário:
3ª feira a Domingo, 14h00-19h00 | Encerra às Segundas-feiras e Feriados
1 Julho (6ª feira), 14h00-22h00 | 2 Julho (Sábado), 14h00-24h00 | 3 de Julho (Domingo), 14h00-20h00

terça-feira, 14 de junho de 2011

A propósito do Seminário "Biodiversidade Global – Contributos Locais"

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A Associação Cívica “Os Amigos do Forte” presente neste seminário, organizado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, considera que ainda que na prática deste município nem sempre a preservação dos ecossistemas que salvaguardem a biodiversidade do território em que está inserido, tenha uma resposta adequada às sucessivas agressões de que tem sido alvo, é pelo menos positivo que se divulgue os diversos contributos que no concelho têm feito o seu caminho.
O programa do seminário proporciona uma perspectiva da importância das diversas comunicações proferidas, no entanto deixarei para uma ocasião posterior mais alguns comentários, concentrando-me em sublinhar alguns aspectos desta iniciativa .
Assim, começo por destacar uma afirmação da Sr.ª Presidente da Câmara Maria da Luz Rosinha na qual reconhece que as medidas que estão a ser implementadas no concelho com vista a salvaguardar a biodiversidade do território decorrem das circunstâncias das alterações climáticas e não por iniciativa voluntária.
Saliento a assinatura do compromisso assinado entre a Câmara e as Juntas de Freguesia do concelho com vista a promover a acessibilidade e a mobilidade para todos, que visa eliminar as barreiras físicas em cada uma das freguesias. Esperemos que no caso concreto do Forte da Casa o seu Presidente tenha algum rasgo de empenho nesta matéria.
A Reserva Natural do Estuário do Tejo é de um riqueza incomensurável que cientificamente está comprovada. Sobre esta questão e dado que o assunto é vasto brevemente voltarei ao mesmo, sendo de salientar a importância das comunicações produzidas pelas oradoras sobre este tema. Na verdade importa reter que o estuário é a mais importante zona húmida de Portugal e uma das importantes da Europa, sendo um habitat privilegiado de inúmeras espécies de aves constituindo um ecossistema de elevado valor ecológico. No entanto graves ameaças pairam sobre estes locais, pelo que uma das questões que se colocam com grande acuidade é a sensibilização e conhecimento por parte dos nossos concidadãos, primeiro da importância do estuário e depois das ameaças que se vislumbram no horizonte.
No sentido de não me alongar demasiadamente sobre este assunto, importa contudo destacar alguns aspectos, desde logo o avanço que ocorre no projecto do observatório de paisagem da Serra do Formoso em Alhandra no âmbito da plataforma intermunicipal das Linhas de Torres que de alguma forma permite que no concelho este importante património vá ainda que lentamente sendo disponibilizado à fruição dos nossos concidadãos. O espaço de visitação e observação de aves promovido pela Companhia das Lezírias, pode constituir um importante pólo de atracção turística com uma especificidade própria que importa promover. O projecto do parque eco-cultural do Sobralinho numa zona da envolvente do palácio é algo que poderá constituir uma mais-valia na reabilitação deste palácio. No âmbito da agricultura biológica, as hortas biológicas urbanas na Quinta da Piedade e a plantação de vinha em modo biológico na Quinta Municipal de Subserra, constitui um caminho à volta do qual se impõe uma reflexão e divulgação junto dos cidadãos no sentido de ter presente as potencialidades desta actividade. A reflorestação, requalificação e gestão dos espaços verdes constituiu também um dos temas que certamente justifica a continuidade de um debate aprofundado sobre o está sendo feito no concelho e as formas de potenciar uma abrangência cada vez mais vasta.
Este seminário só poderá ser útil se houver continuidade na aplicação de um conjunto de conceitos e conclusão de trabalhos em curso que valorizem os locais onde são implementados e sobretudo que tal reflicta a melhoria da qualidade de vida dos nossos concidadãos.
Eduardo Vicente

Crescimento das Florestas Europeias


Segundo um relatório da
Conferência Ministerial para a Protecção das Florestas na Europa, as florestas europeias estão a crescer a um ritmo interessante e importante para o planeta.

Nem tudo são más notícias (basta termos presente no sub-consciente o ritmo a que se delapida a Amazónia), estas parecem ser boas. Sejamos, contudo, prudentes, pois ao ritmo que os números e as análises se alteram e contradizem, que as teorias, algumas ditas cientificas, se contradizem e revogam ao nível ambiental não sabemos se amanhã não surge um outro qualquer estudo que contrarie parcial ou totalmente esta evolução e consequências a si associadas.

Leia o artigo publicado na edição on-line de hoje do Jornal de Notícias, o qual traz há luz estas novidades:

«As florestas europeias estão em progressão de ano para ano e permanecem um dos principais factores no combate às alterações climáticas por absorverem importantes quantidades de CO2, refere um relatório publicado esta terça-feira em Oslo.

De acordo com o documento, publicado na sexta conferência ministerial para a protecção das florestas na Europa, o velho continente, incluindo o território da Rússia, possui 1,02 mil milhões de hectares de florestas, um quarto da superfície total das manchas florestais em todo o mundo.No decurso dos últimos 20 anos, a superfície florestal aumentou em todas as regiões da Europa e cresceu anualmente em 0,8 milhões de hectares, refere o relatório intitulado "Situação das florestas na Europa 2011".
Em paralelo, e no mesmo período, o volume de madeira aumentou 8,6 mil milhões de metros cúbicos, o equivalente ao conjunto das florestas francesas, alemães e polacas, no que é definido como uma assinalável taxa de crescimento.
O texto sublinha ainda que o facto de as árvores absorverem CO2 durante o crescimento implicou que as florestas europeias tenham extraído anualmente da atmosfera, entre 2005 e 2010, cerca de 870 milhões de toneladas de dióxido de carbono.
Esta quantidade corresponde a cerca de 10% das emissões em 2008 de gases com efeitos de estufa nos países europeus.
No entanto, o documento também não deixa de fazer referência aos aspectos negativos, como a poluição atmosférica que afecta os solos em numerosas regiões florestais, os prejuízos causados por insectos e doenças que afectam 1% das florestas, para além dos desastres como as tempestades e incêndios.
Formada em 1990, a conferência ministerial para a protecção das florestas na Europa destina-se a encorajar a protecção e gestão duradoura das florestas.
Reunidos durante esta semana na capital norueguesa, os representantes dos seus 46 Estados-membros poderão ainda chegar a acordo para examinar um acordo internacional com carácter vinculativo sobre esta matéria.»
Sobre este tema deixamos ainda uma ligação: Comunicação da Comissão ao Conselho Europeu.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Seminário “Biodiversidade Global – Contributos Locais”

No âmbito do Ano Internacional das Florestas e das comemorações do Dia Internacional da Biodiversidade, a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira vai realizar no dia 25 de Maio de 2011, com início pelas 9h30, um Seminário com o tema “Biodiversidade Global – Contributos Locais”, que irá decorrer no Palácio da Quinta Municipal do Sobralinho.
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Para mais informações, consultar o programa ou inscrever-se poderá aceder aqui.
Fonte: site CMVFX