segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Câmara de Vila Franca e Junta de Freguesia do Forte da Casa assinam protocolo
O município de Vila Franca de Xira compromete-se a transferir anualmente para a junta de freguesia oito mil euros para fazer face a essas despesas, assegurar formação aos vigilantes sobre a temática das Linhas de Torres, efectuar a manutenção dos equipamentos de ar condicionado do centro e efectuar a remoção de grafittis e actos de vandalismo que se verifiquem no local.
Ao assinar o protocolo a junta do Forte da Casa compromete-se a assegurar o funcionamento e abertura diária do centro interpretativo, incluindo ao fim-de-semana, colocação de vigilantes, limpeza do espaço e manutenção dos espaços verdes. O protocolo a assinar entre as duas entidades foi aprovado por unanimidade na última reunião pública do executivo.
Fonte: http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=46651&idSeccao=479&Action=noticia
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Torres Vedras: Município lança áudio-guia para contar história das Linhas de Torres às crianças
A Câmara de Torres Vedras quer atrair turistas aos fortes que há 200 anos foram construídos para defender Lisboa das tropas francesas e vai lançar um áudio-guia para contar a história às crianças, anunciou hoje a vereadora da Cultura.
Ana Umbelino disse à agência Lusa que a autarquia vai, no início do próximo ano letivo, lançar um áudio-guia para crianças, contando-lhes a história das Linhas de Torres enquanto visitam o património.
A câmara municipal promove hoje uma visita aos locais das Linhas de Torres para dar a conhecer o trabalho de recuperação e valorização dos fortes e redutos já realizado, no qual já foram investidos 530 mil euros.
Uma parte (345 mil euros) foi financiada pelo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu, no âmbito do projeto intermunicipal de recuperação das Linhas de Torres, que abrange ainda os municípios de Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço e Vila Franca de Xira.
Segundo a autarca, a primeira fase da intervenção “está concluída” e incluiu a instalação de uma réplica do inovador telégrafo usado há 200 anos pelo exército luso-britânico, hoje inaugurado.
O sistema de comunicações permitia transmitir mensagens codificadas, recorrendo ao código semafórico, baseado em bandeiras de cores diferentes ou a ponteiros.
Desde 2008, foram feitos levantamentos topográficos, diagnósticos do estado de conservação dos fortes, limpeza e requalificação dos fortes de Olheiros e São Vicente e sondagens e escavações arqueológicas.
A autarquia concebeu também a exposição “Guerra Peninsular 1807-1814”, que se está patente no Museu Leonel Trindade, adquiriu terrenos para o futuro centro interpretativo, lançou um percurso pedestre dedicado ao tema e editou publicações.
A vereadora da Cultura adiantou que até setembro o município vai avançar com uma candidatura a fundos comunitários para acabar o que falta fazer, contando com investimentos até 2012.
As principais intervenções passam pela requalificação dos fortes de São Vicente e de Olheiros, pela musealização dos paióis e de um moinho, pela construção de um centro de acolhimento aos visitantes no forte de São Vicente e pela instalação de painéis informativos para os turistas.
O investimento é de mais de um milhão de euros, aos quais se juntam outros quatro milhões na construção de um centro interpretativo no forte da Forca, cujo início não está ainda previsto por falta de financiamento.
As Linhas de Torres designam o conjunto das 152 fortificações construídas nos seis concelhos sob a orientação do general inglês Wellington, comandante das tropas luso-britânicas no período das invasões francesas, para defender Lisboa das tropas napoleónicas entre 1807 e 1814.
Fonte: http://noticias.sapo.pt/infolocal/artigo/1170854.html
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Foto-Reportagem - As Hortas do Forte da Casa
As hortas começam hoje a ser vistas de outra forma do ponto vista técnico e aos olhos da comunidade, principalmente face às dificuldades económicas dos últimos anos e há pouca qualidade de alguns produtos, mas também face à evolução do conceito de cidade e há importância destas elementos no todo citadino ou das pequenas localidades (dando razão àquela que é a douta e já antiga orientação do Arq.º Gonçalo Ribeiro Telles).
Como elogio e estimulo à sua criação deixamos aqui algumas imagens das magnificas hortas existentes na freguesia (caso das da zona dos Caniços) e uma imagem (colocada acima) do espaço onde consideramos que as hortas comunitárias poderiam florescer (vale junto às piscinas, outrora também larga zona de hortas).
Foto-Reportagem - O Estacionamento no Forte da Casa
O Forte da Casa não é excepção àquilo que acontece nas grandes cidades do nosso país e nas suas áreas limítrofes, os automóveis são muitos e os automobilistas têm um apetite voraz pelo parqueamento da sua viatura o mais perto possível do seu destino, sendo verdade que por vezes não têm à sua disposição alternativas (verdadeiras). Daí que os automóveis invadam todos os espaços, passeios incluídos, que se encontram disponíveis.
No caso do Forte nem o interior do Largo do Forte (antiga zona do mercado) e mesmo junto à muralha da fortificação recentemente recuperada (onde é possível ver parqueadas sem consequências viaturas pesadas e até gruas) a vista descansa desta invasão que é preciso travar.
Nalguns casos, a própria junta promove o estacionamento no passeio (veja-se a imagem supra em marcas divisórias amarelas cobrem o chão)!
A desordem e a falta de civismo é grande. É preciso trabalhar e melhorar nesta área.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Foto-Reportagem - O Espaço Público do Forte da Casa
É lamentável que numa freguesia que, segundo a sua Junta, é aquela que mais espaços verdes e de usufruto para a população dispõe, áreas emblemáticas como o Largo do Forte, a área em frente ao Mercado, a zona do Pavilhão Desportivo e até a área circundante à nova piscina estejam em quase completo abandono, podendo ser a intervenção nas 3 primeiras áreas referidas considerada premente.
Estamos certos que os fortenses prescindiriam de alguns de largos metros quadros de relva, em favor de um largo do forte digno (nomeadamente digno da sua história), de uma frente de mercado que dê um ar higiene e salubridade, em suma de intervenções limpeza e ordenamento destas áreas importantes. É preciso eliminar contrastes e nivelar as intervenções e manutenção por toda freguesia, ao contrário de as centrar de forma massiva nalgumas áreas.
Os cidadãos continuam também a persistir na largada de entulhos (ex: traseiras do Olival Parque). É preciso mais fiscalização e consequências.
Outro caso aqui reportado é de uma moradia que há largos anos se encontra devoluta por detrás da igreja (Terra da Pastoria) e que assim polui a paisagem. Não será possível fazer qualquer coisa para resolver esta questão?
O bloco de imagens seguinte fala por si...
Foto-Reportagem - O Viaduto Sem Saída do Forte da Casa
Revejam uma das maiores aberrações da engenharia técnico-política. Revejam as consequências para a paisagem e os danos infligidos à mancha florestal da encosta esquerda das imagens.
Para quando a demolição? Não passou já demasiado tempo?
Foto-Reportagem - Mobilidade no Forte da Casa
Alguns dos problemas identificados no passado mantém-se por resolver. Passeios altos e sem rampas para pessoas como mobilidade reduzida; buracos na via (e até nas passadeiras); passadeiras elevadas que causam transtorno a peões e automóveis pela sua deficiente concepção e manutenção; inúmeros obstáculos inundam os passeios (corredores supostamente privilegiados para os peões) a começar pelos caixotes do lixo e de reciclagem, já para não falar nas viaturas que os reservam para si (se por um lado os automobilistas continuam a não respeitar os peões, por outro lado, as autoridades como é o caso da piscina do Forte continua a não criar estacionamento suficiente para uma resposta mínima às necessidades percebidas).
Foto-Reportagem Forte da Casa - Introdução
domingo, 10 de julho de 2011
Mafra - Centro interpretativo e circuito criados para promover Linhas de Torres
A Câmara de Mafra inaugurou o Centro Interpretativo das Linhas de Torres e um circuito de visitação para levar os turistas a conhecerem o conjunto de fortificações construídas há 200 anos para defender Lisboa das tropas francesas.
O centro interpretativo, a ser inaugurado no claustro sul do Palácio Nacional de Mafra junto ao Turismo, é dedicado às forças militares em presença que há 200 anos usaram o palácio como quartel-general, explicou à agência Saldanha Lopes, assessor para a Cultura da autarquia
No centro, os visitantes podem encontrar um conjunto de painéis explicativos sobre os generais que comandaram os vários exércitos, a história do palácio durante o período da ocupação francesa e as características das forças militares.
No mesmo espaço, a autarquia estreia um filme sobre as memórias de Eusébio Gomes, um almoxarife que anotou diariamente tudo o que se passou nesse período das Guerras Peninsulares, que integra os conteúdos multimédia do centro.
ROTA HISTÓRICA DAS LINHAS DE TORRES
Num contexto em que chegam ao fim as intervenções no sentido de recuperar e valorizar o património da Rota Histórica das Linhas de Torres, abre ao público o último circuito de visitação que faltava.
Trata-se do Circuito da Malveira, integrado no Forte da Feira, um dos 43 fortes das Linhas de Torres localizados no concelho e que, após trabalhos arqueológicos de recuperação e valorização, é também inaugurado.
Luís Saldanha Lopes disse que os trabalhos arqueológicos permitiram pôr a descoberto pederneiras, um paiol em alvenaria com um sistema de drenagem de águas bastante evoluído e restos de madeiras, que terão pertencido aos estrados onde estavam assentes os canhões.
Durante o percurso, os visitantes encontram painéis informativos sobre a importância de cada um dos fortes integrados no circuito de visitação, um dos quatro existentes em Mafra pertencentes à Rota História das Linhas de Torres, a par dos circuitos da Enxara, da Carvoeira e de Mafra.
As Linhas de Torres designam o conjunto das 152 fortificações construídas nos concelhos de Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira sob a orientação do general inglês Wellington, comandante das tropas luso-britânicas no período das invasões francesas, para defender Lisboa das tropas napoleónicas.
O projeto intermunicipal foi financiado pelo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu.
Fonte: http://www.radioocidente.pt/noticia.asp?idEdicao=158&id=21130&idSeccao=1488&Action=noticia
