sábado, 20 de agosto de 2011

VII Recriação Histórica do Cerco de Almeida


A todos os potênciais interessados, nesta época de veraneo, informamos que a Almeida se prepara nos dias 26, 27 e 28 de Agosto de 2011 para realizar a VII Recriação Histórica do Cerco de Almeida.

Daqui deixamos o programa:

- Dia 26 de Agosto:
Instalação do acampamento histórico.
23:30 H - Rondas e sentinelas no perímetro das muralhas e acessos ao acampamento.

- Dia 27 de Agosto:
Cerimónias evocativas
09:30 H - Hastear da Bandeiras dos países participantes (Praça da Liberdade)


10:00 H - Desfile até à Praça Alta para Cerimónia de Homenagem aos Mortos do Cerco de Almeida e a John Beresford

14:00 H - Abertura do acampamento histórico ao publico


22:00 H - Assalto à fortaleza de Almeida por parte do exército anglo-luso e defesa por parte do exército imperial francês

- Dia 28 de Agosto:
10:00 H - Retirada e perseguição das tropas de Brennier, combate na aldeia de Malpartida.


Para mais informações carregue aqui.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Lixo a Céu Aberto no Forte da Casa


A notícia publicada recentemente pelo jornal O Mirante, traz à tona a lamentável existência de uma lixeira a céu aberto no Forte da Casa, com a agravante da própria autarquia a utilizar para depositar alguns desperdícios.

Este tipo de comportamento por parte de uma autarquia no nosso concelho para lá de grave não é novo. Estamos ainda bem recordamos dos despejos de entulhos e outros desperdícios que a própria Câmara Municipal de Vila Franca de Xira efectou há meia dúzia de anos atrás na Ribeira dos Caniços, aproveitando para contribuir e justificar o assoreamento desta linha de água. Isto, já para não falar de alguma passividade face aos comportamentos incorrectos de alguns cidadãos.

Também não constitui novidade para esta associação, assim como para os habitantes mais atentos da nossa freguesia, a existência deste triste espetáculo. Ainda recentemente, na foto-reportagem por nós realizada e publicada neste blogue, exposemos a existência deste tipo de pequenas lixeiras, algo também já evidênciado noutra acção do género realizada há 2 anos atrás.

Os Amigos do Forte saudam a iniciativa dos moradores, que vai no sentido correcto de uma democracia participativa e atenta, aguarda-se pela intervenção rápida das autoridades no sentido de reparar e identificar responsáveis.

Aqui deixamos o texto publicado:

«Lixeira a céu aberto revolta moradores do Forte da Casa

Na Terra da Pastoria, no Forte da Casa, concelho de Vila Franca de Xira, existe uma lixeira a céu aberto que é usada pela junta de freguesia. Os moradores das casas em redor estão cansados de ter o lixo à porta de casa e já entregaram um abaixo-assinado a exigir o fim do que consideram ser um “crime ambiental”.

Um abaixo-assinado com mais de 200 assinaturas foi entregue à Junta de Freguesia do Forte da Casa, concelho de Vila Franca de Xira, para exigir o fim da lixeira que existe a céu aberto na Terra da Pastoria há mais de um ano. O terreno é usado pela própria Junta que deposita lá o lixo. O presidente da junta, José António Inácio, confirmou que tem a autorização do proprietário do terreno e está neste momento à espera que a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira coloque contentores na freguesia para resolver a situação.

Existem casas a 50 metros da lixeira a céu aberto localizada na Terra da Pastoria que estão cheias de lixo nos passeios e dentro dos quintais. “Quando está vento é terrível porque tudo o que é leve voa para as nossas casas”, diz Joaquim Seguro, que mora na Rua Capitão Salgueiro Maia.

Pior ainda é quando a chuva arrasta os detritos da lixeira pelas ruas abaixo, deixando no ar um cheiro nauseabundo. “Esta lixeira representa um crime de natureza ambiental e é propagado pela própria Junta de Freguesia”, aponta outro morador, Euclides Rosas.

O próprio espaço deixou de ser usado só pela junta e são muitos os munícipes do concelho que já lá vão depositar o próprio lixo. “Se a junta não dá o exemplo, como é que vamos dizer às pessoas que não devem usar o local?”, pergunta Joaquim Seguro.

Os Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento (SMAS) de Vila Franca de Xira vêm de vez em quando recolher os resíduos, mas segundo os moradores, há meses que isso não acontece e no local ainda se encontram restos dos festejos em honra do Sagrado Coração de Jesus que decorreram na vila em princípios de Junho. “Esta situação é provisória e andamos a pedir à câmara os contentores para resolver a situação. Neste momento a junta não tem meios para encontrar outra solução”, garante o presidente. Muito próximo da lixeira está também a Escola Básica 2,3 do Forte da Casa. “Temos crianças a passar aqui diariamente. É esta a educação ambiental que a freguesia está a dar?”, pergunta outro morador.»

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Câmara de Vila Franca e Junta de Freguesia do Forte da Casa assinam protocolo

A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira vai assinar um protocolo com a Junta de Freguesia do Forte da Casa tendo em vista assegurar o funcionamento do centro interpretativo do Forte da Casa aos sábados e domingos. O protocolo prevê ainda a manutenção, por parte da junta, de todos os espaços verdes envolventes ao centro.
O município de Vila Franca de Xira compromete-se a transferir anualmente para a junta de freguesia oito mil euros para fazer face a essas despesas, assegurar formação aos vigilantes sobre a temática das Linhas de Torres, efectuar a manutenção dos equipamentos de ar condicionado do centro e efectuar a remoção de grafittis e actos de vandalismo que se verifiquem no local.
Ao assinar o protocolo a junta do Forte da Casa compromete-se a assegurar o funcionamento e abertura diária do centro interpretativo, incluindo ao fim-de-semana, colocação de vigilantes, limpeza do espaço e manutenção dos espaços verdes. O protocolo a assinar entre as duas entidades foi aprovado por unanimidade na última reunião pública do executivo.
Fonte: http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=46651&idSeccao=479&Action=noticia

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Torres Vedras: Município lança áudio-guia para contar história das Linhas de Torres às crianças

A Câmara de Torres Vedras quer atrair turistas aos fortes que há 200 anos foram construídos para defender Lisboa das tropas francesas e vai lançar um áudio-guia para contar a história às crianças, anunciou hoje a vereadora da Cultura.
Ana Umbelino disse à agência Lusa que a autarquia vai, no início do próximo ano letivo, lançar um áudio-guia para crianças, contando-lhes a história das Linhas de Torres enquanto visitam o património.


A câmara municipal promove hoje uma visita aos locais das Linhas de Torres para dar a conhecer o trabalho de recuperação e valorização dos fortes e redutos já realizado, no qual já foram investidos 530 mil euros.
Uma parte (345 mil euros) foi financiada pelo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu, no âmbito do projeto intermunicipal de recuperação das Linhas de Torres, que abrange ainda os municípios de Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço e Vila Franca de Xira.


Segundo a autarca, a primeira fase da intervenção “está concluída” e incluiu a instalação de uma réplica do inovador telégrafo usado há 200 anos pelo exército luso-britânico, hoje inaugurado.
O sistema de comunicações permitia transmitir mensagens codificadas, recorrendo ao código semafórico, baseado em bandeiras de cores diferentes ou a ponteiros.


Desde 2008, foram feitos levantamentos topográficos, diagnósticos do estado de conservação dos fortes, limpeza e requalificação dos fortes de Olheiros e São Vicente e sondagens e escavações arqueológicas.


A autarquia concebeu também a exposição “Guerra Peninsular 1807-1814”, que se está patente no Museu Leonel Trindade, adquiriu terrenos para o futuro centro interpretativo, lançou um percurso pedestre dedicado ao tema e editou publicações.
A vereadora da Cultura adiantou que até setembro o município vai avançar com uma candidatura a fundos comunitários para acabar o que falta fazer, contando com investimentos até 2012.


As principais intervenções passam pela requalificação dos fortes de São Vicente e de Olheiros, pela musealização dos paióis e de um moinho, pela construção de um centro de acolhimento aos visitantes no forte de São Vicente e pela instalação de painéis informativos para os turistas.


O investimento é de mais de um milhão de euros, aos quais se juntam outros quatro milhões na construção de um centro interpretativo no forte da Forca, cujo início não está ainda previsto por falta de financiamento.


As Linhas de Torres designam o conjunto das 152 fortificações construídas nos seis concelhos sob a orientação do general inglês Wellington, comandante das tropas luso-britânicas no período das invasões francesas, para defender Lisboa das tropas napoleónicas entre 1807 e 1814.

 

Fonte: http://noticias.sapo.pt/infolocal/artigo/1170854.html

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Foto-Reportagem - As Hortas do Forte da Casa

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É diminuta a herança presente do vasto número de hortas que durante quase 3 décadas (até ao inicio deste século) preencheram espaços outrora livres e produtivos do ponto de vista agrícola. As urbanizações (cultura do betão e alcatrão), o desenvolvimento de actividades económicas várias e uma evolução nos modos de vida das comunidades levaram ao quase desaparecimento destes espaços produtivos (para a economia familiar), lúdicos e que acabavam por cuidar e abrilhantar áreas que de outra forma estariam ao abandono.

As hortas começam hoje a ser vistas de outra forma do ponto vista técnico e aos olhos da comunidade, principalmente face às dificuldades económicas dos últimos anos e há pouca qualidade de alguns produtos, mas também face à evolução do conceito de cidade e há importância destas elementos no todo citadino ou das pequenas localidades (dando razão àquela que é a douta e já antiga orientação do Arq.º Gonçalo Ribeiro Telles).

O Forte também merece este espaços, ainda que de forma mais organizada e ordenada do que no passado.

Como elogio e estimulo à sua criação deixamos aqui algumas imagens das magnificas hortas existentes na freguesia (caso das da zona dos Caniços) e uma imagem (colocada acima) do espaço onde consideramos que as hortas comunitárias poderiam florescer (vale junto às piscinas, outrora também larga zona de hortas).



Foto-Reportagem - O Estacionamento no Forte da Casa



























































O Forte da Casa não é excepção àquilo que acontece nas grandes cidades do nosso país e nas suas áreas limítrofes, os automóveis são muitos e os automobilistas têm um apetite voraz pelo parqueamento da sua viatura o mais perto possível do seu destino, sendo verdade que por vezes não têm à sua disposição alternativas (verdadeiras). Daí que os automóveis invadam todos os espaços, passeios incluídos, que se encontram disponíveis.
No caso do Forte nem o interior do Largo do Forte (antiga zona do mercado) e mesmo junto à muralha da fortificação recentemente recuperada (onde é possível ver parqueadas sem consequências viaturas pesadas e até gruas) a vista descansa desta invasão que é preciso travar.

Nalguns casos, a própria junta promove o estacionamento no passeio (veja-se a imagem supra em marcas divisórias amarelas cobrem o chão)!

A desordem e a falta de civismo é grande. É preciso trabalhar e melhorar nesta área.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Foto-Reportagem - O Espaço Público do Forte da Casa

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É lamentável que numa freguesia que, segundo a sua Junta, é aquela que mais espaços verdes e de usufruto para a população dispõe, áreas emblemáticas como o Largo do Forte, a área em frente ao Mercado, a zona do Pavilhão Desportivo e até a área circundante à nova piscina estejam em quase completo abandono, podendo ser a intervenção nas 3 primeiras áreas referidas considerada premente.

Estamos certos que os fortenses prescindiriam de alguns de largos metros quadros de relva, em favor de um largo do forte digno (nomeadamente digno da sua história), de uma frente de mercado que dê um ar higiene e salubridade, em suma de intervenções limpeza e ordenamento destas áreas importantes. É preciso eliminar contrastes e nivelar as intervenções e manutenção por toda freguesia, ao contrário de as centrar de forma massiva nalgumas áreas.

Os cidadãos continuam também a persistir na largada de entulhos (ex: traseiras do Olival Parque). É preciso mais fiscalização e consequências.

Outro caso aqui reportado é de uma moradia que há largos anos se encontra devoluta por detrás da igreja (Terra da Pastoria) e que assim polui a paisagem. Não será possível fazer qualquer coisa para resolver esta questão?

O bloco de imagens seguinte fala por si...
















Foto-Reportagem - O Viaduto Sem Saída do Forte da Casa







Este trabalho não poderia esquecer o esquecido mas sempre presente viaduto sem saída do Forte da Casa.

Revejam uma das maiores aberrações da engenharia técnico-política. Revejam as consequências para a paisagem e os danos infligidos à mancha florestal da encosta esquerda das imagens.

Para quando a demolição? Não passou já demasiado tempo?

Foto-Reportagem - O Forte da Casa das viaturas abandonadas


Foto-Reportagem - Mobilidade no Forte da Casa













































Alguns dos problemas identificados no passado mantém-se por resolver. Passeios altos e sem rampas para pessoas como mobilidade reduzida; buracos na via (e até nas passadeiras); passadeiras elevadas que causam transtorno a peões e automóveis pela sua deficiente concepção e manutenção; inúmeros obstáculos inundam os passeios (corredores supostamente privilegiados para os peões) a começar pelos caixotes do lixo e de reciclagem, já para não falar nas viaturas que os reservam para si (se por um lado os automobilistas continuam a não respeitar os peões, por outro lado, as autoridades como é o caso da piscina do Forte continua a não criar estacionamento suficiente para uma resposta mínima às necessidades percebidas).