Informam-se todos os interessados que os bilhetes se encontram à venda no Museu do Neo–Realismo e têm um custo de €3,00.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Filme “Linhas de Wellington” em Vila Franca de Xira
Informam-se todos os interessados que os bilhetes se encontram à venda no Museu do Neo–Realismo e têm um custo de €3,00.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
«Linhas de Wellington já foi visto por 22 mil pessoas»
O filme regressa ainda a Coimbra e Braga (depois de sessões esgotadas na semana passada. No Teatro Académico Gil Vicente, na cidade dos estudantes, a sessão da próxima quinta-feira, dia 18, às 18h e às 21h30. Já o Theatro Circo de Braga volta a exibir o filme no dia 22, às 21h30.
Correio da Manhã
15 Outubro 201
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/linhas-de-wellington-ja-foi-visto-por-22-mil-pessoas
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
«Câmara de Vila Franca de Xira aprova protocolos para requalificação da frente ribeirinha»
Fonte: jornal O Mirante, edição online (http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=54072&idSeccao=479&Action=noticia)
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Linhas de Wellington–Estreia Nacional 04 de Outubro de 2012
O filme As linhas de Wellington , da realizadora chilena Valeria Sarmiento, que recria um episódio da História de Portugal - as invasões francesas -, estreia-se na quinta-feira, em 17 salas, e estará em itinerância em cineclubes e cineteatros.
Fonte da distribuidora disse à agência Lusa que o filme, produzido por Paulo Branco, terá estreia em 17 salas de cinema comercial, às quais se junta uma exibição em itinerância por vários cineclubes e cineteatros de todo o país, com uma única projecção, mas que contará com a presença de atores do elenco.
Por exemplo, em São João da Madeira, será exibido no sábado, com a participação dos atores Nuno Lopes e Victória Guerra, dois dos protagonistas do filme.
Em Coimbra, o filme passará no Teatro Académico Gil Vicente, nos dias 08 e 09, com Nuno Lopes e Albano Jerónimo e o produtor Paulo Branco.
O filme recria a terceira invasão francesa em Portugal, no começo do século XIX, quando o general Arthur Wellesley, duque de Wellington, liderou um exército anglo-português e utilizou uma linha de fortificações que protegia Lisboa - as Linhas de Torres Vedras.
Com argumento de Carlos Saboga, a longa-metragem é também um fresco social sobre aquela época, acompanhando, em vários momentos, histórias individuais de pessoas de diferentes estratos sociais, que se vão cruzando na narrativa, à medida que as tropas francesas tentam avançar no terreno.
No enredo estão o sargento Francisco Xavier (o actor Nuno Lopes), um camponês que se torna militar para vingar a chacina da família pelo exército napoleónico, o tenente Pedro d'Alencar (o ator Carloto Cotta), ferido em combate no Buçaco, a inglesa Clarissa Warren (a atriz Victória Guerra).
A produção contou ainda com os atores Albano Jerónimo, Soraia Chaves, Maria João Bastos, Afonso Pimentel, Joana de Verona e nomes internacionais como John Malkovich, Catherine Deneuve, Isabelle Huppert, Chiara Mastroianni e Michel Piccoli, além de cinco mil figurantes.
O filme foi rodado em vários locais de Portugal, em particular na região de Torres Vedras, onde será integrado no plano de estudos dos alunos do ensino secundário, em parceria com o Ministério da Educação.
A versão série de televisão do filme, composta por três episódios, foi exibida na íntegra, em Setembro, no Festival de Cinema de San Sebastian, Espanha, e terá estreia na RTP.
Para Paulo Branco, o filme é um pouco «um épico, quase o nosso 'Guerra e Paz'», e «vai chamar a atenção para um episódio histórico importantíssimo, desconhecido internacionalmente».
Além da exibição comercial em Portugal, As linhas de Wellington têm também estreia marcada em pelo menos 30 salas de cinema, em França, a 21 de Novembro.
Lusa/SOL
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Cerca de 500 imóveis correm o risco de ficar por classificar
Novas orientações estratégicas para a Reserva Ecológica Nacional
domingo, 30 de setembro de 2012
Governo "reforma" disposições legais que regulam a Reserva Ecológica Nacional
Bom ou mau travão? Boa ou má burocracia?
Certo é que o Governo prepara-se para mexer nas disposições que regulam a Reserva Ecológica Nacional.
Esperemos que esta nova "reforma" não seja um facilitador para um ataque aquele que era um território que até agora estava um pouco mais a salvo da vampiresca sede da construção desenfreada que se viveu nos últimos 30 anos no nosso país.
Se seguir o caminho que se está a desenhar para a Reserva Agrícola Nacional, onde por exemplo se pretende facilitar o cultivo de eucalipto, não se espera o melhor.
Deixamos aqui um texto da Ecoesfera (Jornal Público):
25.09.2012
Ricardo Garcia
Segundo um comunicado ontem divulgado pela Secretaria de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território, as áreas tuteladas pela legislação da REN serão repartidas por instrumentos legais já existentes ou em elaboração. Tudo o que tenha a ver com as zonas de protecção do litoral e dos recursos hídricos - dunas, arribas, praias e rios - será integrado na Lei da Água e na sua legislação complementar. Já as áreas susceptíveis de acidentes naturais - como leitos de cheia ou zonas sob risco de erosão - ficarão tuteladas por um plano de prevenção e redução de riscos, que está a ser elaborado pelos ministérios do Ambiente e da Administração Interna.
A ideia do Governo é adaptar a REN a um novo contexto, em que a protecção dos recursos hídricos e a conservação da natureza estão abrangidos por outras leis que não existiam há três décadas. O comunicado põe mesmo em causa a própria designação da REN - já que áreas ecologicamente protegidas são tuteladas por outras leis -, referindo que o regime jurídico "assentou em alguns equívocos".
Embora enviado ontem, o comunicado tem data de 20 de Setembro, quando o Conselho de Ministros aprovou alterações à legislação actual da REN, para vigorarem enquanto o regime todo não for transformado. Na altura, não foram adiantados detalhes. Agora, a Secretaria de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território esclarece que serão introduzidas modificações processuais, para tornar mais rápidos os processos relacionados com a REN.
Uma dessas alterações é a eliminação da figura da autorização prévia para determinados projectos, considerados compatíveis com a REN. Numa nota enviada ao PÚBLICO, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado esclarece que estão em causa "pequenas operações", que sejam "de reduzido impacto".
Actualmente, a legislação exige autorização prévia a uma série de operações na REN, desde pequenas construções de apoio agrícola a barragens, estradas e parques eólicos. Revisões anteriores da REN já tinham eximido de autorização vários usos de menor impacte, que apenas careciam de comunicação prévia. O comunicado enviado ontem não esclarece até onde será agora alargada esta situação. Na nota enviada ao PÚBLICO, a Secretaria de Estado cita, como exemplo, "pequenas operações de âmbito agrícola, geológico, como sejam plantações de vinha, pequenas construções de apoio aos sectores da agricultura e florestas, entre outros".
A ideia do Governo é acelerar os processos administrativos no que toca a projectos de menor dimensão. Se tiverem sido já aprovados no âmbito da avaliação de impacte ambiental, por exemplo, isto será suficiente para desencadear um processo para alterar a REN naquele ponto. A comissão nacional da REN deixa de ser ouvida em todas as propostas de delimitação e passam a ser as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, e não o Governo, a aprovar os limites da REN em cada município.
Com maior ou menor sucesso, a REN tem funcionado como um travão à ocupação urbana de zonas naturais sensíveis. Mas há vários anos tem vindo a ser criticada por ser demasiado rígida e burocrática - problemas que sucessivas revisões tentaram solucionar.»
Fonte: http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1564419
«Mil freguesias vão desaparecer até final do ano»
"O processo ficará fechado na Assembleia da República até ao final do ano e ainda assim fica a 10 meses das eleições autárquicas", salientou Paulo Júlio, em entrevista à agência Lusa.
O governante rejeitou as críticas dos autarcas que dizem não haver tempo para concluir o processo de fusão de freguesias até ao final deste ano, quando se realizam eleições autárquicas em outubro de 2013.
"A perceção que eu tenho é que há aqui uma tentativa de ir ganhando causas. Já deixou de ser a causa do serviço público, porque toda a gente já percebeu que não há aqui nenhuma perda de serviço público e que o que estamos a fazer é a agregação de cargos políticos de freguesia. Agora é a causa do tempo e das eleições autárquicas em outubro", considerou.
Paulo Júlio realçou que "os processos de listas para as juntas de freguesia verdadeiramente começarão lá para o primeiro trimestre de 2013".
" Isso não quer dizer que não haja movimentações agora. Mas, quem quer movimentar-se, faça o que tem de fazer e já sabe quais são as variáveis para as suas escolhas políticas", acrescentou.
O responsável pela secretaria de Estado que está a realizar a reforma administrativa admitiu que "muitas dezenas de municípios" podem não se pronunciar sobre quais as freguesias que querem agregar nos respetivos territórios dentro do prazo que têm para o fazer e que termina a 15 de outubro.
"Essa é a discussão local, a lei estabelece prazos de pronúncia, estabelece regras mínimas, estabelece uma unidade técnica para a reorganização administrativa junto da Assembleia da República que, nos casos em que não houver pronúncia, coniforme a lei, fará a reorganização administrativa. Daqui resultará, sem nenhuma dúvida, a redução de cerca de mil juntas de freguesia em Portugal", assegurou.
Na entrevista à Lusa, Paulo Júlio defendeu ainda que Portugal "é altamente centralista", mas que a Regionalização não tem sentido neste momento, porque a descentralização deve ser feita para os governos locais.
O governante também não receia que o PSD seja prejudicado nas eleições autárquicas por causa das opções políticas do Governo, devido à crise económica, por considerar que "o povo sabe distinguir entre o que são as decisões do Governo e o poder local".»
Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=2800928&page=-1