quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Lisboa: uma cidade amiga dos animais selvagens


Um filme internacional que trata a adaptação de animais selvagens às grandes cidades.

A cidade escolhida foi Lisboa!

Um filme singular… que vem provar que há outras valores que também contam!

Eis o vídeo:
http://www.youtube.com/embed/v56VNOVhpoU

A ONG responsável pelo vídeo - Aidnature - tem outros bem interessantes, sobre outras regiões/ecossistemas do país e até de Timor e São Tomé e Príncipe disponíveis em
http://aidnature.org/.
 
 
Quem é Aidnature?

«A Associação Internacional para a Documentação da Natureza é uma ONG Ambiental sem fins lucrativos criada em Março de 2011.

​​Produzir e divulgar documentários sobre a natureza de Portugal de lés a lés é o nosso objectivo! ​Dar a conhecer o património natural de Portugal​ e também dos países membros da CPLP.​​ Através dos documentários, vídeos e fotografia a nossa missão é que o máximo de pessoas os vejam, discutam, critiquem e admirem a extraordinária beleza natural de Portugal! Se as pessoas não conhecerem o que existe tão pouco saberão como o proteger e valorizar.

Trabalhamos com várias Organizações Ambientais no sentido de dar conhecer o trabalho extraordinariamente importante que desenvolvem na conservação da Natureza e da Vida Selvagem. Queremos também trabalhar com empresas que queiram promover valores ambientais ou cuja actividade esteja relacionada com a Natureza e que pratiquem e fomentem boas práticas ambientais. Acreditamos que com um projecto continuado de divulgação poderemos contribuir eficazmente para a construção de uma consciência ambiental mais forte e responsável» (fonte: http://aidnature.org/).

À conversa com...

 
A Associação Dom Martinho convida a visitar a exposição de Eduardo Gageiro, no Museu de Cerâmica de Sacavém, dia 26 de outubro (sábado), seguida de Tertúlia " À Conversa com...".
 
Estas tertúlias realizar-se-ão, daqui em diante ao quarto sábado de cada mês.
 
 

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Congresso Internacional de Arqueologia em Vila Franca de Xira

 
O campo arqueológico do Monte dos Castelinhos e toda a riqueza encerrada naqueles terrenos dão o monte para um invento arqueológico à escala internacional, com interesse para os profissionais da especialidade, mas também para os amantes do património e da História!
 
O evento realiza-se no Museu do Neo-Realismo, em Vila Franca de Xira, nos dias 19 e 20 de setembro e está subordinado ao tema “Conquista e Romanização do Vale do Tejo”, organizado pela Câmara Municipal de Vila Franca e pelo departamento de história da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
 
«O evento surge no âmbito das escavações que o Museu Municipal tem vindo a desenvolver desde 2008 na estação arqueológica do Monte dos Castelinhos, na freguesia de Castanheira do Ribatejo. Os trabalhos levados a cabo na estação arqueológica deram origem a uma mostra que se encontra patente no Museu Nacional de Arqueologia até Dezembro. No congresso estarão presentes alguns dos mais conceituados especialistas e investigadores portugueses e espanhóis da área, para apresentarem uma abordagem aprofundada do contexto da ocupação da época romana no Vale do Tejo.

Entretanto o município deu início na passada semana ao quarto campo arqueológico do Monte dos Castelinhos. Esta campanha de escavações conta com a participação de voluntários e alunos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e decorrerá até 20 de Setembro. Os trabalhos desenvolvidos no local desde 2008 permitiram pôr a descoberto a importância científica e patrimonial do Monte dos Castelinhos, revelando-se um caso singular para o estudo do início do processo de conquista e consolidação do poder romano no extremo ocidente peninsular.» (Fonte: jornal O Mirante edição online de 12/09/2013, recuperado de http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=617&id=94196&idSeccao=10697&Action=noticia)

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Linhas de Wellington’ representa Portugal nos Óscares


«Já foi escolhido o filme que vai representar Portugal para a seleção de filmes de Melhor Língua Estrangeira nos Óscares 2013, cuja cerimónia ocorre no dia 2 de março do próximo ano em Los Angeles.

O júri da Academia Portuguesa das Artes e Ciências Cinematográficas informou esta sexta-feira que a obra de Valéria Sarmento vai representar o País como candidato à estatueta dourada.

A Comissão de Seleção deste ano foi composta pela atriz Anabela Teixeira, a produtora Pandora da Cunha Telles, o argumentista Possidónio Cachapa, o realizador Vicente Alves do Ó e os diretores de fotografia Luís Branquinho e Tony Costa.

Projeto inicialmente avançado por Raul Ruíz, ‘As Linhas de Wellington' acabou por ser realizado pela sua viúva, após a sua morte durante a pré-produção.

O filme foi produzido por Paulo Branco e inclui um elenco de luxo, centrando-se nas invasões napoleónicas.

O filme produzido por Paulo Branco foi largamente rodado em Torres Vedras, com equipa criativa e técnica portuguesas, contando com um enorme elenco nacional e algumas participações internacionais de peso, retratando um dos momentos mais importantes da história do país e da Europa: as invasões napoleónicas.

A obra irá competir com dezenas de outras de vários países e a Academia irá seleccionar cinco para nomear ao prémio. Os nomeados são conhecidos a 16 de janeiro.»

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Onde votar? Qual o n.º de eleitor?

 
Face às alterações profundas introduzidas pela reforma das autarquias locais e à realização próxima de eleições o  Portal do Eleitor informa sobre quais as formas de obter o n.º de eleitor e onde votar:

Para obter esta informação na semana anterior ao acto eleitoral ou referendo, junto da Comissão Recenseadora que funciona na sua junta de freguesia da sua área de residência. Esta informação pode ser também obtida junto das Câmaras Municipais (CM).

Também pode obter esta informação através da Internet em www.recenseamento.mai.gov.pt ou enviando SMS grátis para 3838 (escrevendo RE espaço nº de BI ou CC espaço Data de Nascimento no molde AAAAMMDD
 

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Como a tecnologia pode funcionar a favor da transparência pública

 
Transparencia Gencat, criado pelo sistema institucional de autogoverno da Catalunha, é um exemplo de transparência.
 
Este sistema para além de dispor informação sobre a gestão da coisa pública de forma organizada e acessível, agrega um conjunto de informação normalmente dispersa por variadíssimas fontes de informação eletrónica.
 
Um exemplo a seguir, pois a transparência não passa apenas pela mera disponibilização (acesso ou publicação) da informação, mas também está relacionada com a forma como se fornece o acesso aos interessados, ou seja, a transparência está intimamente ligada à nitidez, à exatidão, ao inequívoco, ao límpido, ao ótimo da acessibilidade e perceção.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

"Na AML Vila Franca de Xira e Barreiro são considerados os concelhos com melhores perspectivas para reindustrialização"

 
«Segundo declarações ao jornal «Público» de Maria da Luz Rosinha, Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira – “está a ser desenvolvido um trabalho na Junta Metropolitana de Lisboa em que há dois municípios com características privilegiadas para a área da indústria” nomeadamente Vila Franca de Xira e o Barreiro.
 
Refere a noticia do jornal «Público» de hoje, dia 6 de Agosto, que os municípios da Área Metropolitana de Lisboa pretendem incluir no próximo Quadro Comunitário de Apoio um programa destinado a incentivar a recuperação de antigos espaços industriais e de criação de novas áreas vocacionadas para a indústria.
 
A Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira refere que foi elaborado um estudo, cujas conclusões serão conhecidas em Setembro, que aponta para os concelhos do Barreiro e Vila Franca de Xira, devido às suas tradições industriais, como sendo os concelhos da Área Metropolitana de Lisboa com melhores condições para uma nova aposta na industrialização.
 
“Vamos ter um Plano, no âmbito do próximo Quadro Comunitário de Apoio, para, efetivamente, tentar recuperar e incentivas as empresas a instalarem-se em espaços que já foram industriais e estão mortos ou degradados” – sublinha ao Público Maria da Luz Rosinha.»
 
 
                         

terça-feira, 23 de julho de 2013

Enchente na inauguração da requalificação ribeirinha da Póvoa de Santa Iria

Largas dezenas de pessoas vindas de todo o concelho de Vila Franca de Xira estiveram presentes na inauguração, na manhã deste sábado, 20 de Julho, da requalificação da zona ribeirinha da Póvoa de Santa Iria.

A área requalificada abrange as freguesias da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, até à fronteira com a freguesia de Alverca, com ligações pedonais e cicláveis. Além dos percursos pedonais há também novas arrecadações para os avieiros, um centro de interpretação ambiental e um núcleo museológico.

Nos discursos a presidente do executivo, Maria da Luz Rosinha, destacou o papel “muito importante” do novo equipamento para o bem-estar das populações e apelou à comunidade avieira para manter vigilância sobre o espaço a fim de evitar situações de vandalismo. A autarca anunciou ainda que até Novembro entrará em funcionamento a passagem pedonal que ligará o centro do Forte da Casa aos percursos ribeirinhos agora inaugurados. O investimento global é de 6 milhões e 567 mil euros, dos quais 3 milhões e 595 mil euros foram financiados por fundos comunitários.

Fonte: http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=62810&idSeccao=479&Action=noticia#.Ue520awphVA

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Imbróglio com terreno da ETAR de Vila Franca de Xira


Parece que em Vila Franca está (ou esteve na última década) na moda arranjar imbróglios com os terrenos onde foram edificadas as ETAR.
 
Ao caso da ETAR de Alverca, construída em terrenos privados, localizados na zona de salinas com a promessa de mais tarde viabilizar um loteamento ou sendo impossível (e era bastante improvável) indemnizar os proprietários, surge agora em público mais um caso de contornos semelhantes com a ETAR de Vila Franca de Xira.
 
Os ingredientes são semelhantes. Os proprietários querem fazer valer as suas cedências passadas junto do município face à incapacidade da maioria cumprir a sua parte do acordo.
 
Cabe a cada munícipe olhar para os dados (factos) e retirar as suas próprias conclusões sobre estes casos exemplares de como se tem vindo a gerir a nível local o território, os interesses (público e privados) e negociar compromissos com importantes (por vezes graves) implicações latentes no futuro.
 

Deixamos aqui a notícia do Público, de Jorge Talixa, publicada no dia 12/07/2013:
 
 «Oposição não deixa a câmara pagar terreno onde foi construída a ETAR de Vila Franca de Xira
 
Fundo da CGD pediu perto de um milhão de euros pelos terrenos da ETAR de Vila Franca. CDU e coligação liderada pelo PSD dizem que o terreno foi cedido gratuitamente à câmara. Maioria PS diz que não
               
A Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Vila Franca de Xira está a funcionar desde 2007 sem nunca ter sido paga qualquer verba pelos dois hectares em que foi construída. A câmara esperava que o espaço viria gratuitamente à sua posse no âmbito do licenciamento de uma nova urbanização, mas o empreendimento nunca chegou a ser autorizado e os terrenos passaram, nos últimos anos, para a posse de um fundo imobiliário que reclamou uma verba superior a um milhão de euros pela sua cedência.
 
A maioria camarária socialista ainda conseguiu negociar uma comparticipação estatal de 450 mil euros e pretendia ir buscar cerca de 300 mil ao seu orçamento para conseguir o montante entretanto negociado com o fundo. A proposta foi, no entanto, chumbada com os votos contra da CDU e da Coligação Novo Rumo (PSD-PPM-MPT), que, juntos, têm mais vereadores do que o PS e não concordam com o pagamento.
 
A ETAR, que serve quatro das 11 freguesias do concelho e mais de 40 mil habitantes, vai por isso continuar a funcionar em terreno alheio, até que a autarquia e o Fundimo (uma sociedade gestora de fundos imobiliários da Caixa Geral de Depósitos) cheguem a outro entendimento. Na opinião da presidente da câmara, Maria da Luz Rosinha, a nova ministra das Finanças deverá agradecer à oposição vila-franquense, porque com este "chumbo" da proposta, o Governo deixa de gastar os 450 mil euros com que o ministério de Assunção Cristas já aceitara contribuir para resolver o problema.
 
A ETAR de Vila Franca de Xira foi a primeira estrutura de tratamento de águas residuais de grande dimensão construída no concelho, custando mais de 10 milhões de euros assegurados pelo sistema intermunicipal de saneamento Simtejo e por fundos europeus. Coube à câmara ceder o terreno necessário, situado a norte da sede de concelho e da Ponte Marechal Carmona. Como se previa para ali o desenvolvimento de uma urbanização com perto de 2000 fogos, a autarquia negociou com o promotor (grupo Obriverca) a cedência da parcela necessária para a ETAR. Posteriormente o Instituto da Água e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional inviabilizaram a urbanização, por se situar junto ao rio, e o empreendimento nunca avançou.
 
Em 2012, o Fundimo, já detentor de toda aquela área, abordou a câmara, exigindo mais de um milhão de euros pelo terreno da ETAR. A proposta agora apresentada traduzia o resultado das negociações havidas desde então e reduzia para cerca de 900 mil euros o valor total a pagar. "Temos a ETAR desde 2007, estamos em 2013 e nunca pagámos um tostão. É verdade que gostaríamos que o terreno viesse gratuitamente à posse da câmara, mas, neste momento, isso não é possível", disse Maria da Luz Rosinha.
 
A CDU não concorda e o vereador Bernardino Lima sustentou que o método de avaliação do terreno não terá sido correcto. É um terreno onde já não é possível construir e está a ser avaliado como se fosse, afirmou, defendendo "uma segunda avaliação". Maria da Luz Rosinha, por seu lado, insistiu em que já se fez um esforço para reduzir o valor a pagar. "São já menos de 300 mil euros que cabem à câmara. Penso que é um valor muito razoável e volto a chamar a atenção que corremos o risco, não tomando uma decisão, de perder a comparticipação de 450 mil euros do Governo", avisou a autarca.
 
Ana Lídia Cardoso, também da CDU, reclama mais informação sobre a forma como foi feita a avaliação e refere que a CDU tem na sua posse uma cópia de um despacho de 2007 em que o então vereador socialista Ramiro Matos escreve que a utilização do terreno para a ETAR fora cedida graciosamente. "A carta do vereador Ramiro Matos mais não é do que uma autorização para utilizar o terreno enquanto as coisas não se resolvem. A câmara é uma entidade de bem, deve honrar as suas deliberações e, nesse sentido, foi desenvolvida uma avaliação, cujo valor inicial até era superior", contrapõe a presidente da câmara. "O que trazemos é uma proposta que nos parece muito interessante e ficamos também com uma zona remanescente. Não vejo hipóteses de melhorar esta proposta", acrescentou.
 
"No tempo da CDU [maioritária na câmara até 1997] estava preparado um plano de pormenor em que esse terreno vinha gratuitamente à posse da câmara. Com o PS deixou de haver esse plano de pormenor. Isso fez mesmo toda a diferença", argumentou Nuno Libório, vereador da coligação dirigida pelo PCP.
 
A proposta acabou por contar apenas com os cinco votos favoráveis do PS, chumbando com os seis votos contra da CDU e da Coligação Novo Rumo. Helena de Jesus (PSD) leu uma declaração de voto em que esta coligação recorda que em 2003 a Simtejo solicitou documentos à câmara que atestassem que era titular do terreno para onde se projectava a ETAR. "Era obrigação da câmara ceder o terreno livre de quaisquer ónus ou encargos. Como é que a Simtejo construiu um equipamento destes num terreno sem ter a legitimidade da sua posse?", perguntou, considerando que a Obriverca ainda continua ligada à propriedade do terreno e que uma empresa deste grupo assumiu, em 2003, a sua cedência gratuita.»
 
 
 

Inauguração da requalificação ribeirinha Forte da Casa e Póvoa sábado (20/0Jul/2013)


«A requalificação da beira-rio da zona sul do concelho de Vila Franca de Xira, que custou mais de 6,5 milhões de euros, vai ser inaugurada na manhã de sábado, informou hoje o município.

A área total requalificada (5.627 metros) vai permitir a ligação por trilhos pedonais, que permitem também a circulação de bicicletas, entre as freguesias da Póvoa de Santa Iria e do Forte da Casa, até à fronteira com a de Alverca do Ribatejo.

A inauguração de dois parques de lazer, que incluem o núcleo museológico "A Póvoa e o Rio" e o Centro de Interpretação Ambiental e da Paisagem, está prevista para as 09:30 de sábado junto ao cais da Póvoa de Santa Iria.»